Lowes vê potencial enorme da Yamaha no Mundial de Superbike e avalia: “Não há razão para não sermos competitivos”

Titular da Yamaha no retorno da marca ao Mundial de Superbike, Alex Lowes avaliou que a YZF-R1 tem um potencial enorme. Britânico destacou que não há razão para a equipe de Iwata não ser competitiva em 2016

Alex Lowes não teve vida fácil em suas primeiras duas temporadas no Mundial de Superbike. Enquanto Kawasaki e Ducati se empenharam em melhorar suas motos, a Suzuki fez sua última grande atualização em 2008, deixando a GSX-R1000 para lá de desatualizada. 
 
Nesse cenário, Lowes fechou a temporada 2015 com o décimo posto no Mundial de Pilotos, 413 pontos atrás de Jonathan Rea, o campeão. No ano anterior, o gêmeo de Sam tinha concluído o ano com um 11º lugar, 277 pontos atrás de Sylvain Guintoli.
Alex Lowes vai defender a Yamaha em 2016 (Foto: Yamaha)
Apesar das dificuldades com a Suzuki, Lowes ganhou uma chance de ouro para 2016, quando vai defender as cores da Yamaha, que volta ao certame após quatro anos de ausência. A YZF-R1 dominou o Campeonato Britânico de Superbike em 2015 e agradou Alex no primeiro contato.
 
Como a Yamaha optou por não revelar os tempos de Lowes e Guintoli, que também vai guiar pelo time em 2016, é difícil dizer a performance da moto, mas os dois pilotos se mostraram confiantes na performance da R1.
 
 Alex, no entanto, não terminou os testes da melhor maneira, já que sofreu uma queda no penúltimo dia em Jerez, quando deslocou a clavícula
 
“Eu gosto da moto. É muito diferente de qualquer coisa que eu já guiei”, disse Lowes em entrevista à publicação britânica ‘Bike Social’. “Tem muitas coisas positivas e nós ainda estamos em uma especificação bem padrão. O motor está basicamente na especificação do BSB e nós só estamos trabalhando com a eletrônica do Mundial de Superbike”, explicou.
 
“Acho que o potencial é enorme. Quando guiei a moto pela primeira vez, pude sentir a diferença. Nós não sabemos bem onde vamos estar na primeira corrida, mas tenho certeza de que, em algum ponto, teremos uma moto verdadeiramente boa e estaremos lutando na frente. Não há razão para não sermos competitivos desde as primeiras corridas, mas nós precisamos esperar para ver”, continuou.
 
Antes de Jerez, a Yamaha tinha feito um teste em Aragão, mas não foi lá muito ajudada pelas condições climáticas. Assim, a casa de Iwata tem pouco tempo para se preparar para a primeira corrida do ano, que acontece em fevereiro, em Phillip Island. 
 
“O motor que temos no momento é similar à especificação do BSB, não é mais rápido e nós ainda não trabalhamos com o controle de tração, então são só acertos básicos, mas eu sei por este ano que, se você desliga o controle de tração e seu pneu tem menos de cinco voltas, os tempos de volta são exatamente os mesmos. O controle de tração é mais útil na segunda metade da corrida ou em condições mais quentes”, explicou. “O que as pessoas mais reclamam no Mundial de Superbike é a entrada de curva, então é nisso que nós trabalhamos mais. A forma como o motor entrega seu torque negativo tira muito do controle, então temos trabalhado muito nisso. A moto nunca tinha rodado com eletrônica Magneti Marelli. Nas 8 Horas, era eletrônica de GP, e no BSB era a ECU padrão Motec”, seguiu.
 
“Desde as primeiras cinco voltas, senti que a moto era boa e ainda tem muitas coisas que podemos potencialmente melhorar. Por exemplo, nós ainda estamos usando um garfo padrão”, comentou.
 
Depois de dois anos difíceis na categoria das motos de produção, Lowes reconhece que o contrato de dois anos com a marca dos três diapasões é uma oportunidade única em sua carreira.
 
“É uma grande oportunidade para mim. Tenho Sylvain como companheiro de equipe, o que é uma boa referência para mim e tenho um bom time por trás de mim. A Yamaha chegou com algum apoio e você precisa desse apoio de fábrica se você quer vencer no Mundial de Superbike”, observou. “Me senti competitivo assim que subi na Yamaha, então agora é o caso de esperar até a primeira corrida, já que quero tentar voltar para a frente e me misturar com os caras top. Não perdi minha velocidade nos últimos dois anos, embora tenha sido muito difícil”, frisou.

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