Oitava colocada com apenas quinta marcha em Interlagos, Débora revela esforço e diz: “Levei do jeito que dava”

A primeira corrida da Copa Truck no autódromo de Interlagos teve tom dramático para Débora Rodrigues. Ainda na primeira metade da prova a pilota teve um problema mecânico que a deixou apenas com a quinta marcha. Mesmo assim, conseguiu completar a prova na oitava colocação

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Débora Rodrigues passou por altos e baixos na etapa de Interlagos da Copa Truck, que abriu as disputas da Copa Sudeste no último final de semana. Largando da sétima posição, Débora vinha num bom ritmo de prova na primeira corrida até se deparar com um problema mecânico em seu Volkswagen na primeira metade da prova. 
 
Uma pane no sistema de câmbio a deixou apenas com a quinta marcha, o que comprometeu seu resultado final no circuito paulista. O oitavo lugar também significaria a pole-position para a segunda corrida do domingo, mas a #50 não conseguiu tirar proveito da situação. 
 
Sem perder o bom humor e o sorriso no rosto, a pilota afirmou que era possível chegar bem mais à frente, pois tinha um equipamento competitivo. 
Débora Rodrigues em Interlagos (Foto: Duda Bairros)

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“Coisa de corrida, não tem jeito. O caminhão estava muito bom. Na primeira provavelmente chegaria em terceiro, mas não teve jeito. Quebrou e me mantive na pista por causa dos pontos. Quando eu estava em oitavo já avisei os boxes que eu ia entrar porque eu só tinha a quinta marcha. Da quarta volta em diante só tinha a quinta marcha e levei do jeito que dava. Para largar [na corrida 2] não dava, eu ia atrapalhar todo mundo, não ia ser legal”, explicou Rodrigues, que na semana da corrida completou 50 anos e recebeu uma série de homenagens ao longo do final de semana. 
 
Débora não se deixou abater e promete seguir de cabeça erguida em busca da primeira vitória na Copa Truck. A paranaense disse que não tem do que se queixar, que o ocorrido é parte da disputa.
 
“Maravilhoso, fim um fim de semana perfeito. Quebra e batida são coisas de corrida, faz parte e a gente tem de levar na esportiva. A gente fica um pouco triste, óbvio, faz parte também. Mas tem mais corrida e vai chegar a minha hora”, completou.
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