Mercedes explica razão para “explorar cenários” para ter Verstappen: “É obrigação”

Bradley Lord, diretor de comunicações da Mercedes, explicou que o time viu com naturalidade as conversas com Max Verstappen, já que é obrigação de qualquer chefe de equipe

Antes de Max Verstappen anunciar que ficaria na Red Bull em 2026, ele teve conversas com a Mercedes. Obviamente, as negociações não avançaram. Bradley Lord, diretor de comunicações do time alemão, comentou que Toto Wolff, chefe da equipe, explicou que valia a tentativa de explorar cenários de médio e longo prazos com a procura do tetracampeão, já que é a obrigação de qualquer chefe.

Durante um período nesta temporada, a Mercedes flertou com Verstappen, que se queixava do desempenho da Red Bull e podia acionar uma cláusula de saída caso não estivesse em terceiro lugar no Mundial de Pilotos até o GP da Hungria. Porém, não foi o que aconteceu. A demissão de Christian Horner também contribuiu para o tetracampeão seguir na equipe austríaca, já que condicionava a permanência à redução de poder ou a saída do britânico.

A decisão do neerlandês abriu caminho para George Russell renovar com o time atual. De acordo com a Sky Sports, o novo contrato será de múltiplos anos, ou seja, ele vai seguir com a montadora alemã até pelo menos 2027.

“O fato de ainda não termos anunciado o que faremos em 2026 pode ter inúmeras razões”, iniciou Lord. “Nossa total confiança e intenção é exatamente essa [continuar com Russell e Andrea Kimi Antonelli] para 2026, como Toto já disse várias vezes”, seguiu.

Intenção da Mercedes é seguir com George Russell e Kimi Antonelli para 2026 (Foto: AFP)

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O diretor de comunicações também comentou sobre o flerte da Mercedes com Verstappen. “Wolff falou sobre explorar qual é o cenário de médio e longo prazo. Essa é a obrigação de qualquer chefe de equipe e de qualquer gerência de equipe”, explicou.

Com a contratação do neerlandês descartada, o time alemão não tem pressa para anunciar os pilotos da próxima temporada. “Não há um cronograma definido, porque isso só gera uma enxurrada de perguntas se não for cumprido”, salientou.

“Essas coisas não são limitadas por prazos rígidos e coisas do tipo. Mais uma vez, acho que você pode acreditar nas palavras de Toto”, encerrou Lord.

Depois do GP da Hungria, a Fórmula 1 volta às pistas apenas após o recesso de verão, entre os dias 29 e 31 de agosto, para o GP dos Países Baixos, em Zandvoort.

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