Piastri admite classificação ruim, mas critica carro nos EUA: “Não me senti confortável”
Oscar Piastri reconheceu que fez classificação abaixo da média nos Estados Unidos, mas disse que não se sentiu confortável no carro da McLaren e não teve ritmo para buscar mais posições
Oscar Piastri sai do Circuito das Américas com muito dever de casa a fazer. O australiano terminou o GP dos Estados Unidos deste domingo (19) somente na quinta posição e, após a prova, admitiu que sofreu com falta de ritmo da McLaren e que não se sentiu confortável no carro desde o início do fim de semana. Além disso, ao ser questionado se a política de igualdade entre ele e Lando Norris deve mudar diante da ameaça de Max Verstappen, afirmou que ambos merecem a chance de ser campeão.
Piastri teve um fim de semana abaixo da média em Austin. Apesar do terceiro lugar no TL1 e na classificação sprint, abandonou a prova curta ainda na primeira curva após uma batida que vitimou também Norris e se classificou apenas em sexto para a corrida principal.
Em entrevista à emissora britânica Sky Sports, assumiu que fez uma classificação ruim, mas criticou o ritmo de corrida do MCL39 no COTA, que não permitiu buscar as posições perdidas no sábado.
“Ritmo de corrida é o que pode salvar após uma classificação difícil, mas também não tivemos isso. É algo que preciso trabalhar, mas as classificações costumam ser boas. Este fim de semana foi o único, com exceção de Baku, que estive abaixo. Mesmo que em outras oportunidades não tivesse maximizado, ainda tinha ido bem”, afirmou.

“Então, temos muitas coisas para entender deste fim de semana, porque o problema claramente não foi só a classificação. Entender o motivo pelo qual não me senti confortável no carro é a primeira coisa que tenho de fazer. Foi difícil encontrar qualquer ritmo e essa foi a grande diferença para as outras etapas”, emendou.
Piastri também foi questionado sobre a política da McLaren de liberar ambos os pilotos para disputarem livremente na pista. Para o dono do #81, apesar da aproximação de Verstappen na tabela, ambos continuam separados por poucos pontos e merecem a chance de levar o título.
“Acredito que não temos de mudar nada. Seguimos muito próximos e ambos se posicionaram que querem uma oportunidade de brigar pelo título porque a gente merece. Então, está tudo muito apertado para escolher um em detrimento do outro”, concluiu.
A Fórmula 1 volta de 24 a 26 de outubro com o GP da Cidade do México, no Autódromo Hermanos Rodríguez.
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