“Obra em Goiânia atrasa, mas ainda não preocupa para MotoGP”, revela Juliana Tesser
A entrega da obra concluída para o GP do Brasil de MotoGP não ocorreu como esperado. Prevista pelo governo de Goiás para ser entregue no início de dezembro, a obra ainda tem pendências, já que FIM (Federação Internacional de Motociclismo), Dorna e uma comissão médica pediram adequações àquilo que já foi realizado até aqui. De […]
A entrega da obra concluída para o GP do Brasil de MotoGP não ocorreu como esperado. Prevista pelo governo de Goiás para ser entregue no início de dezembro, a obra ainda tem pendências, já que FIM (Federação Internacional de Motociclismo), Dorna e uma comissão médica pediram adequações àquilo que já foi realizado até aqui.
De acordo com a Secretária de Estado de Esporte de Lazer, os empreiteiros terão de alargar a porta de entrada dos boxes e fazer outras alterações menores no paddock. Além disso, foi pedida uma mudança no acesso da ambulância do centro médico.
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O asfalto e as áreas de escape, porém, não receberam nenhuma observação com pedidos de alterações.
Apesar do atraso, Juliana Tesser considera que ainda não há motivo para preocupação, já que o trabalho já está em curso. Falta pouco menos de 100 dias para o GP do Brasil.
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