Cadillac destaca início sólido na F1 e celebra “boa base para evoluir” após testes no Bahrein
Graeme Lowdon apontou motivos para Cadillac celebrar testes e destacou ter alcançado "máximo que se espera de uma equipe novata"
Chefe da Cadillac, Graeme Lowdon, festejou o trabalho realizado na primeira semana de testes da F1 no Bahrein. Reconhecendo as dores de crescimento de um time novato na principal categoria do automobilismo, o dirigente exaltou os dias sem intercorrências e a boa base construída para progredir ao longo da temporada. A soma desses fatores, na visão de Lowdon, é o máximo que se pode pedir a um estreante.
Na última semana, a Cadillac completou 320 voltas no Bahrein. O melhor tempo da equipe foi 1min36s824, registrado por Valtteri Bottas. No balanço geral, a marca do finlandês foi a 17ª da semana, à frente de Carlos Sainz, Arvid Lindblad, Lance Stroll, Fernando Alonso e Sergio Pérez, companheiro no time norte-americano.
“Temos uma base realmente muito boa para construirmos em cima. Se tivéssemos um problema sério ou evidente de confiabilidade, isso seria uma enorme preocupação. Da mesma forma, se tivéssemos um problema de acerto ou algo do tipo, também seria motivo para nos preocuparmos. E, de modo geral, não temos nada disso. Sinto que temos uma base sobre a qual realmente podemos evoluir aqui”, afirmou o chefe da Cadillac.
“Mas acredito firmemente que agora temos uma base a partir da qual, como equipe, podemos realmente começar a avançar — e acho que isso é provavelmente o máximo que se pode pedir de um time novo, a menos que aconteça algum milagre completo”, prosseguiu.

Lowdon explicou que a Cadillac tem plena consciência da própria realidade. A equipe teve cerca de um ano e três meses — entre o sinal verde para ingressar no grid e a primeira atividade em pista — para se estruturar, e, por isso, considera o início promissor.
“O que torna os testes de pré-temporada tão interessantes é que ninguém realmente sabe qual é a ordem de forças. Somos muito realistas em relação ao desempenho e ao quão difícil é gerar performance, e também bastante realistas sobre onde algumas equipes provavelmente estarão.
“Estamos lidando com as mesmas leis da física que todas as outras equipes, estamos em um ambiente com teto orçamentário, tivemos de despender uma enorme quantidade de esforço e energia apenas para começar como uma equipe nova, e conseguir absorver tudo isso e ainda ter uma base que sinto que podemos desenvolver… acho que é um começo realmente muito positivo”, concluiu o dirigente da Cadillac.
A Fórmula 1 volta de 18 a 20 de fevereiro, também no Bahrein, com a segunda e última bateria de testes coletivos da pré-temporada 2026. Depois, segue para a Austrália, palco da abertura do campeonato, em 8 de março.
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