Ex-MotoGP alfineta Rins e atrela vaga na Yamaha a nacionalidade: “É espanhol”
Scott Redding avaliou que Álex Rins teve muitas lesões e não é um piloto consistente e questionou o fato de o espanhol estar na equipe de fábrica da Yamaha “há um par de anos”
Scott Redding alfinetou Álex Rins. Ex-MotoGP, o britânico reconheceu que o #42 é um bom piloto, mas lembrou as muitas lesões e falta de consistência e sugeriu que o companheiro de Fabio Quartararo só segue na equipe de fábrica da Yamaha por ser espanhol.
Britânico de Quedgeley, Redding correu na MotoGP entre 2014 e 2018, com passagens por Gresini, Marc VDS, Pramac e Aprilia, mas somou apenas 323 pontos no período. O melhor desempenho foi registrado em 2014, quando fechou a temporada na 12ª colocação do Mundial de Pilotos. No total, Scott faturou dois pódios na classe rainha: foi terceiro no GP de San Marini e da Riviera de Rimini de 2015, com uma Honda; e também terceiro no GP da Holanda de 2016, agora com a Ducati GP15.
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Hoje, Redding compete no Campeonato Britânico de Superbike, onde foi campeão em 2019. Scott chegou a passar pelo Mundial de Superbike, onde foi segundo na campanha 2020 e terceiro na 2021, derrotado primeiro por Jonathan Rea e, depois, por Toprak Razgatlioglu e pelo norte-irlandês.
“Tem alguns caras, e eles são todos grandes pilotos. Não tiro o mérito deles, mas têm bons caras como Álex Rins, que está em uma Yamaha de fábrica, já há um par de anos. E eu fico coçando a cabeça e pensando: ‘Por que?’. É um bom piloto, mas teve muitas lesões e não é consistente”, disparou Redding em entrevista ao canal Full Chat, no YouTube. “E penso que não deveria ser assim, mas ele é espanhol”, seguiu.

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“Deve ter um pequeno link em algum lugar que talvez ajude. E você tem de jogar com as cartas que tem nas mãos”, comentou. “E ser britânico não ajuda em nada. O fato de não ter nenhum britânico na MotoGP é absolutamente inacreditável”, concluiu.
Rins, de 30 anos, está na MotoGP desde 2017 e, desde então, conquistou seis vitórias, 18 pódios e 1000 pontos. Os últimos anos, porém, foram de resultados inexpressivos, já que além de muitas lesões, o espanhol sofreu com a falta de competitividade da Yamaha.
A MotoGP volta a acelerar entre os dias 24 e 26 de abril, para o GP da Espanha, direto de Jerez, para a 4ª etapa da temporada 2026. O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa do evento, assim como das demais classes do Mundial de Motovelocidade.
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