Lecuona celebra oportunidade inesperada com Gresini na MotoGP: “Quero me divertir”
Chamado pela Gresini para substituir Álex Márquez no GP da Hungria, Iker Lecuona agradeceu a oportunidade de voltar à MotoGP. Espanhol destacou que gosta de Balaton Park, mas evitou colocar pressão sob si mesmo
Iker Lecuona celebrou a chance de voltar à MotoGP no GP da Hungria deste fim de semana. O espanhol foi escalado pela Gresini como substituto do lesionado Álex Márquez.
O caçula dos irmãos Márquez ainda se recupera das lesões sofridas no grave acidente da Catalunha. O #73 fraturou a clavícula ― que foi operada no mesmo dia ― e também a vértebra cervical C7 e ainda não tem data para voltar ao grid.
No GP da Itália da semana passada, Michele Pirro foi o substituto de Márquez, mas, nesta semana, o piloto de testes da Ducati estará no Campeonato Italiano de Velocidade e, assim, ficará de fora da corrida da MotoGP. Nicolò Bulega, que também é piloto de testes da fábrica de Borgo Panigale, foi chamado, mas recusou a missão por entender que é hora de ficar focado no WSBK.
Assim, a tarefa coube a Lecuona, que correu pela última vez na MotoGP no GP do Catar de 2023, na época com a Honda. No total, Iker tem 37 GPs no currículo, a maioria deles com KTM, mas sete deles com a RC213V. Será a primeira vez dele com uma Ducati no Mundial de Motovelocidade.

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“Estou feliz com essa oportunidade”, disse Lecuona. “É uma oportunidade que eu não esperava. Eles me disseram na segunda-feira, durante os testes de Aragão. Obviamente, estou feliz e agradeço a Ducati por me dar essa chance, assim como a Gresini, que concordou em me deixar pilotar a moto deles”, seguiu.
“Também quero agradecer à equipe Aruba Ducati, Stefano [Cecconi, chefe da equipe] e Serafino [Foti, líder] por concordarem, ainda que estejamos no meio do Mundial de Superbike, mas estou muito feliz com essa oportunidade”, comentou.
Por fim, Lecuona falou em não colocar pressão em si mesmo e salientou que a prioridade é se divertir em Balaton Park.
“Quero me divertir e não quero colocar muita pressão em mim mesmo. Sei que a Ducati também não vai fazer isso”, declarou. “Só quero pilotar e terminar a corrida. Balaton é uma pista de que gosto. Sou rápido lá, mas vamos ver o que podemos fazer. Se divertir segue sendo a principal meta”, encerrou.
A MotoGP volta a acelerar entre 5 a 7 de junho, em Balaton Park, para o GP da Hungria, oitava etapa da temporada 2026. O GRANDE PRÊMIO acompanha toda a programação do fim de semana, assim como as demais categorias do Mundial de Motovelocidade.
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