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Essa história começa ainda na Austrália, quando Magnussen supera Grosjean já no treino classificatório. Na corrida, antes do abandono duplo, o dinamarquês também passou o tempo todo na frente do francês – que também fazia um belo trabalho, mas não era protagonista. No Bahrein, a diferença foi potencializada: Kevin se classificou em sétimo e terminou em quinto, enquanto Romain largou em 16º para chegar em 15º. É verdade que o veterano sofreu com a quebra de um dos bargeboards, mas antes disso o desempenho já não era grande coisa.
Kevin Magnussen foi uma grata surpresa na Austrálie e no Bahrein (Foto: Haas)
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Pra quem acompanha a carreira de Magnussen com mais atenção, a novidade surpreende um pouco. Não por falta de talento, longe disso, mas porque Kevin é um piloto que tem dificuldades para levar a melhor sobre os companheiros de equipe. Depois de estrear na F1 em 2014, o piloto só levou a melhor sobre Jolyon Palmer, isso na Renault em 2016. Até mesmo em 2017, já na Haas, Grosjean era claramente o primeiro piloto. Em 2018, quem há de afirmar isso?
A segunda surpresa – essa ainda precisando de confirmação – é a possibilidade de regularidade de Magnussen. Desde o retorno ao grid em 2016, Kevin ainda não conseguiu pontuar em dois GPs seguidos, consequência do péssimo hábito de alternar GPs ótimos e péssimos. Não fosse o infortúnio da Austrália, essa escrita já estaria sendo quebrada.
Romain Grosjean não pode se dar ao luxo de ter apagões na temporada (Foto: Haas)
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A grande questão é que não vai adiantar muito, do ponto de vista da Haas, Magnussen estar em grande forma se Grosjean tiver dificuldades. E esse aspecto já causa preocupação: a aparição apática do franco-suíço no Bahrein não pode virar regra, sob pena de dificultar a vida da Haas no
Mundial de Construtores. Errar na classificação? Reclamar dos freios? Render menos do que o carro permite? Isso tudo pode ser muito mais custoso em um ano que promete ser de grande equilíbrio entre as equipes do pelotão intermediário.
Isso porque, aos olharmos rivais diretas, vemos duplas fortes. A Renault conta com os bons Nico Hülkenberg e Carlos Sainz Jr. A McLaren tem Fernando Alonso e Stoffel Vandoorne, outros belos pilotos. A Haas, por sua vez, corre o risco de ficar com Kevin Magnussen e um Romain Grosjean capenga. O que pode ser muito mais alarmante do que um pneu solto durante um pit-stop.
”O IMPORTANTE NÃO É SÓ LEVAR DINHEIRO”
SETTE CÂMARA TRAÇA F1 COMO META E MIRA CARREIRA SÓLIDA
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