Chefe da Mercedes responde crítica da Renault sobre contratos proibitivos e diz que continuidade é chave do sucesso

O diretor-executivo da Mercedes, Toto Wolff, afirmou que a crítica feita pela Renault no ano passado foi feita após a marca francesa ser negada a conversar com um empregado não revelado dos alemães. Segundo Wolff, esse empregado assinou um novo contrato agora

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Toto Wolff tem uma resposta para Cyril Abiteboul. De acordo com o diretor-executivo da Mercedes, a reclamação feita na reta final de 2017 pela Renault foi simplesmente por não conseguir contratar alguém que trabalhava na equipe campeã da F1. O austríaco ainda aproveitou para ressaltar a importância da continuidade no sucesso do time.

 
Em outubro do ano passado, o diretor-esportivo da Renault havia feito críticas à maneira como a Mercedes amarra contratos de pessoas em cargos de confiança, sempre proibitivos que os empregados saiam rapidamente da rival para outras escuderias. Agora, alguns meses depois, o Wolff falou sobre a situação.
 
"É simplesmente uma questão de manter as partes importantes da organização juntas para garantir estabilidade. Nesse caso, foi um empregado que acabou de assinar um novo contrato e que a Renault gostaria de contratar. Não foi possível, porque não existia uma reposição", afirmou em entrevista ao site norte-americano 'Motorsport.com'. Sem revelar quem era o funcionário em questão.
 
"É o pedigree da equipe que é responsável pelo nosso sucesso. A durabilidade teve muita influência em todo esse sucesso. O time que montamos faz um grande trabalho", justificou.
Toto Wolff (Foto: Mercedes)

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Uma das poucas mudanças significativas na Mercedes nos últimos tempos foi a saída do diretor-técnico Paddy Lowe para a Williams ao fim de 2016, então logo após a negociação para levar Valtteri Bottas dos ingleses. A reposição foi rápida: o ex-Ferrari James Allison.

 
"Paddy tem grandes qualidades, mas contratar James Allison foi a melhor decisão possível. O sucesso de uma equipe da F1 não é o sucesso de um indivíduo, mas a soma de pessoas que trabalham juntas", encerrou.
 
A temporada da F1 retorna no fim de março com o GP da Austrália.
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