Chefe da Mercedes responde crítica da Renault sobre contratos proibitivos e diz que continuidade é chave do sucesso
O diretor-executivo da Mercedes, Toto Wolff, afirmou que a crítica feita pela Renault no ano passado foi feita após a marca francesa ser negada a conversar com um empregado não revelado dos alemães. Segundo Wolff, esse empregado assinou um novo contrato agora
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Toto Wolff tem uma resposta para Cyril Abiteboul. De acordo com o diretor-executivo da Mercedes, a reclamação feita na reta final de 2017 pela Renault foi simplesmente por não conseguir contratar alguém que trabalhava na equipe campeã da F1. O austríaco ainda aproveitou para ressaltar a importância da continuidade no sucesso do time.

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Uma das poucas mudanças significativas na Mercedes nos últimos tempos foi a saída do diretor-técnico Paddy Lowe para a Williams ao fim de 2016, então logo após a negociação para levar Valtteri Bottas dos ingleses. A reposição foi rápida: o ex-Ferrari James Allison.
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