Ecclestone rechaça rumor sobre criação de categoria rival: “A última coisa que quero é ver a F1 prejudicada”
Não fazia sentido algum levar adiante o rumor apócrifo sobre a criação de uma categoria concorrente, mas Bernie Ecclestone tratou de esclarecer em nota divulgada na tarde desta sexta-feira. Em afirmação curta, o dirigente simplesmente negou que vai combater o campeonato que ajudou a construir nos últimos 50 anos
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Bernie Ecclestone não parece estar nem um pouco disposto a entrar em conflito com a F1 e seus novos donos. Após ser tirado do controle da categoria pelo Liberty Media no início da semana, o inglês de 86 anos quis dar fim a qualquer tipo de boato a seu respeito emitindo uma nota nesta sexta-feira (27). Como já era de se esperar, Bernie negou que esteja pensando na criação de uma nova categoria.
"O novo dono da companhia será capaz de administrar a F1 de uma forma diferente da que eu tive, que era para produzir resultados financeiros para os acionistas. As atividades normais de um executivo-chefe", disse. "Eu fiz isso para os diferentes acionistas nos últimos anos e também quando eu fui dono de 100% da companhia. Eu teria amado o luxo de fazer o que Chase Carey, o novo diretor-executivo, pode fazer. Espero que todos os fãs da F1 apreciem isso que Chase quer fazer, colocando dinheiro de volta no esporte", encerrou.

Apesar da troca de comando na categoria máxima do esporte a motor, o GP do Brasil não corre riscos de sair do calendário nos próximos anos, segundo o promotor da prova Tamas Rohonyi.
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Prost descarta culpa em acidente com Senna no Japão em 1989: “Se tivesse aberto a porta, não teria feito a chicane”
Alain Prost recordou uma das grandes polêmicas da história da F1. 28 anos após a decisão do título de 1989, o francês deu seu veredito sobre o famoso acidente com Ayrton Senna no GP do Japão, em Suzuka. Na ocasião, os dois pilotos da McLaren se tocaram em uma chicane, incidente que acabou por zerar as chances de título de Senna. Mesmo sendo visto como culpado por muitos, Prost garante: ninguém teve culpa de nada no toque.
Em entrevista à revista britânica ‘F1 Racing’, Prost recordou o desenrolar do fim de semana do GP do Japão de 1989. O francês diz que não tinha problemas em ser ultrapassado pelo brasileiro – o problema é que Senna chegou muito rápido, o que resultou em um acidente de corrida.
“Não houve culpa. Eu conheço um monte de gente…talvez eles não entendam”, disse Prost. Depende muito se são fãs de Ayrton ou meus. Eu estava com tudo sob controle nessa corrida. Realmente, tudo sob controle. Antes da prova, eu disse a Ron [Dennis, chefe de equipe da McLaren na época] e a Ayrton que se eu me encontrar na situação que tenho de estar, eu vou abrir a porta, porque eu já tinha feito isso tantas vezes em 1988 e 1989”, recordou.
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