Di Grassi lamenta abandono em Buenos Aires e pede atenção da F-E para falhas de suspensão: “É uma situação perigosa”
Ainda líder da F-E, Lucas di Grassi lamentou o incidente que o tirou da corrida deste sábado (10) em Buenos Aires, mas alertou para as falhas constantes de suspensão dos carros da categoria
Lucas Di Grassi tinha tudo para sair de Buenos Aires com mais uma vitória na F-E neste sábado (10), mas uma falha na suspensão impediu o brasileiro de lutar pelo triunfo na quarta etapa da temporada dos carros elétricos, vencida pelo portguês António Félix da Costa. O piloto lamentou o incidente e alertou quanto à segurança dos componentes.
O piloto da Abt largou da quinta posição do grid e fez uma boa e competitiva metade de prova nas ruas da capital argentina e já estava em segundo lugar no momento do pit-stop para a troca de carro. Di Grassi voltou atrás do líder Sébastien Buemi. "Fiz as três primeiras voltas forçando bastante e depois eu economizava por duas voltas para me manter perto do carro à frente, e então eu partia para a ultrapassagem. O safety-car deu uma atrapalhada no final do stint, mas mesmo assim me mantive em segundo", explicou.
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Pressionado o líder, Di Grassi viu o suíço bater e abrir caminho para a liderança, só que a primeira colocação durou pouco, apenas cinco voltas. No 27º giro, um parafuso da suspensão traseira direita do carro de Lucas se rompeu, provocando a batida no muro da chicane, a oito voltas do fim da prova.
"Eu já não estava mais forçando tanto, porque estava confortável na frente e já economizava o equipamento. Estava em uma tocada segura para levar o carro ao final, e no que seria minha segunda vitória na temporada", disse.

O brasileiro, entretanto, pediu uma maior atenção quanto à segurança do carro da F-E, diante da falha. O chassi é de responsabilidade da italiana Dallara. "Do ponto de vista da segurança, ok. Vimos acidentes piores na temporada e a parte de proteção ao piloto funciona perfeitamente. Mas, pelo que eu me lembro, é a terceira vez que a suspensão de um destes carros entra em colapso. Aconteceu com o (Jean-Éric) Vergne em Punta del Este e, aqui, em Buenos Aires aconteceu comigo e com o (Karun) Chandhok."
"Nos dois acidentes de hoje foi visível que ambos os carros saíram da primeira perna da chicane com a roda traseira direita solta, resultado da suspensão quebrada. No meu caso, eu não havia tocado em nada para que isso acontecesse. E isso é um perigo. A F-E e o fabricante do carro precisam olhar para estes detalhes com muito cuidado e atenção, porque já aconteceu pelo menos três vezes. Corremos em circuitos de rua, e os carros naturalmente estão sujeitos a um maior estresse dos componentes. É uma situação perigosa e que temos que discutir e o fabricante precisa fazer algo para que não volte a acontecer", afirmou Lucas.
Mesmo com os contratempos, Di Grassi deixou a Argentina ainda na liderança do campeonato, com 48 pontos, dez a mais que o segundo colocado, Sam Bird. "Era para termos pelo menos 25 pontos na frente, ainda mais porque os demais não foram tão bem. Com o que aconteceu, queimamos um pouco da gordura que trabalhamos tão duro para acumular", concluiu.

Daniel Ricciardo fez uma grande temporada em 2014, mas a Red Bull não entregou a ele um carro que desse condições de conquistar o título mundial. Em 2015, Ricciardo crê que a Mercedes não tem mais o que melhorar, enquanto Red Bull ainda tem muito onde evoluir. Portanto, o piloto acredita que a diferença entre as duas irá diminuir bastante

Alejandro Agag, diretor-executivo da F-E, afirmou que a FIA fez uma escolha lógica, quando optou por não colocar a categoria dos carros elétricos entre os campeonatos que podem beneficiar um piloto na obtenção da superlicença na F1

Desde o fim de 2011, é pelo sobrenome Wolff que a escocesa Susie atende. Antes, ela era conhecida como Susie Stoddart, a pilota da Mercedes no DTM. A mudança de nome se deu pelo casamento com Toto Wolff, o chefão da mercedes na F1, e o empresário austríaco acredita que tem mais atrapalhado do que ajudado na carreira da esposa. Ao falar da relação com Susie à revista francesa ‘Auto Hebdo’, o dirigente disse que não gosta de vê-la sendo chamada de 'a esposa do Toto Wolff’ e admitiu que ela já foi prejudicada pela associação.
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