Sébastien Buemi conseguiu se acertar na F-E depois dos problemas em Pequim. Um terceiro lugar na Malásia e a vitória no Uruguai fizeram o suíço, ainda campeão do WEC em 2014, encerrar o ano em alta. E na primeira atividade da categoria dos carros elétricos em 2015, Buemi mostrou que não era apenas 2014 que estava dando certo. Com um voador 1min09s475, o piloto da e.dams marcou o tempo mais rápido do TL1 em Buenos Aires.
Na segunda colocação, Lucas Di Grassi foi o outro a baixar da casa de 1min10s. Fez 1min09s831, se garantindo mais uma vez numa das posições frontais da tabela, de onde parece nunca sair e que faz dele um sólido líder para o campeonato.
Sebastién Buemi (Foto: Divulgação/Twitter)
A Audi Abt também fechou o top-3, com Daniel Abt tomando a terceira colocação de Karun Chandhok já com a bandeira quadriculada acionada. 1min10s579 para o companheiro de Di Grassi. Atrás dele, Chandhok se posicionou bem na tentativa de se recuperar do final de semana fraco que teve no Uruguai.
Nicolas Prost, outro que está sempre por perto, fez o quinto tempo. Nelsinho Piquet foi o sexto e de quebra ainda um dos grandes personagens da sessão. Isso, porque o piloto da equipe China bateu e danificou a frente do carro ainda nos primeiros minutos de treino. Mas ainda voltou à pista e chegou a liderar, sendo inclusive o primeiro a baixar da casa de 1min12s.
Jaime Alguersuari, Jérôme D'Ambrosio, António Félix da Costa e Nick Heidfeld encerraram as dez primeiras colocações.
O segundo treino livre começa às 11h30 (de Brasília).
Confira como foi o primeiro treino livre:
O dia claro em Buenos Aires mostoru logo de cara que os tempos seriam bem baixos no circuito de rua de Puerto Madero, em Buenos Aires. Com poucos minutos de ação, ainda antes dos carros da equipe China se apresentarem no traçado, os números batiam em 1min13s, com Nicolas Prost na frente.
Mas, como de costume nos primeiros treinos livres da F-E, o relógio ainda tinha a cair ainda bastante. Com nove minutos de treino, Lucas Di Grassi anotou um poderoso 1min12s474, cravando a primeira posição.
Sébastien Buemi e Nelsinho Piquet vieram atrás, também baixando da casa de 1min13s: 1min12s609 para Buemi e 1min12s777 para Nelsinho.
Só que logo em seguida, com 29 minutos ainda no relógio, Piquet se chocou levemente com o muro após passar direto na chicane e acabou causando a primeira bandeira vermelha do sábado. Nada grave, mas suficiente para danificar a suspensão dianteira.
No momento da bandeira vermelha, Di Grassi, Buemi e Piquet repetiam os três primeiros colocados do eP do Uruguai, embora em ordem diferente, com Prost atrás, António Félix da Costa colocando a Amlin Aguri bem acima do esperado, Jean-Éric Vergne, Sam Bird, Nick Heidfeld, Daniel Abt e Karun Chandhok nas dez primeiras posições.
Demorou apenas quatro minutos até que a sessão fosse reaberta, mas rapidamente a bandeira vermelha voltou a flamular. Sam Bird parou na pista com problemas. O treino só foi ser recomeçado de fato a 21 minutos do final.
O pilotos se lançaram à pista, mas nos primeiros minutos os tempos não sofreram grandes alterações. Apenas até as baterias esquentassem o bastante.
Com 17 minutos de sessão, Buemi tomou a dianteira: 1min12s158. Abt também baixou seu tempo, pulando para o terceiro lugar. A 16 minutos do final, todo o top-10 já tinha tempo abaixo de 1min13s. E a divisão entre as equipes era bem colocada: as duplas da Audi Abt, da e.dams, da Venturi e da Virgin, mais a Mahindra de Chandhok e a China de Piquet.
Enquanto Ho-Pin Tung tinha severas dificuldades de andar rápido, marcando 1min14s151 e o 18º lugar geral, o companheiro Piquet posicionava a China na primeira posição geral a 12 minutos do final. E sendo o primeiro a baixar de 1min12s: 1min11s952.
Dez minutos para o final da sessão e Piquet, Buemi, Di Grassi, Prost, Abt, Alguersuari, Heidfeld, Bird, Bruno Senna e Chandhok formavam o top-10.
Com Senna conseguindo se esgueirar nas dez primeiras posições pela primeira vez no dia, a distribuição de forças entre as equipes mudou pouco: agora era a Mahindra com os dois carros enquanto a Venturi tinha apenas o de Heidfeld.
E as coisas ainda estavam por melhorar para a Mahindra: Chandhok, a cinco minutos do fim, anotou 1min10s917, primeiro posto.
Mas o indiano teve pouco tempo para aproveitar a vida no topo. Logo Buemi apareceu, segundos depois, para voar em 1min09s475, volta do dia.
Em seguida, com três minutos ainda no relógio, Di Grassi também aparece para a casa do 1min09s. Mais precisamente 1min09s831, segundo posto.
Abt completou o top-3, mas cerca de 0s800 atrás de Di Grassi. Chandhok, Prost, Piquet, Alguersuari, Jérôme D'Ambrosio, Félix da Costa e Heidfeld completaram as dez primeiras posições.
F-E, TL1, Argentina:
|
1 |
SÉBASTIEN BUEMI |
SUI |
E.DAMS |
1:09.475 |
|
24 |
|
2 |
LUCAS DI GRASSI |
BRA |
AUDI ABT |
1:09.831 |
+0.356 |
20 |
|
3 |
DANIEL ABT |
ALE |
AUDI ABT |
1:10.579 |
+1.104 |
21 |
|
4 |
KARUN CHANDHOK |
IND |
MAHINDRA |
1:10.917 |
+1.442 |
21 |
|
5 |
NICOLAS PROST |
FRA |
E.DAMS |
1:11.605 |
+2.130 |
24 |
|
6 |
NELSINHO PIQUET |
BRA |
CHINA |
1:11.952 |
+2.477 |
24 |
|
7 |
JAIME ALGUERSUARI |
ESP |
VIRGIN |
1:12.154 |
+2.769 |
28 |
|
8 |
JÉRÔME D´AMBROSIO |
BEL |
DRAGON |
1:12.306 |
+2.831 |
23 |
|
9 |
ANTÓNIO FÉLIX DA COSTA |
POR |
AMLIN AGURI |
1:12.360 |
+2.885 |
21 |
|
10 |
NICK HEIDFELD |
ALE |
VENTURI |
1:12.464 |
+2.989 |
17 |
|
11 |
JEAN-ÉRIC VERGNE |
FRA |
ANDRETTI |
1:12.598 |
+3.123 |
19 |
|
12 |
SAM BIRD |
ING |
VIRGIN |
1:12.663 |
+3.188 |
24 |
|
13 |
BRUNO SENNA |
BRA |
MAHINDRA |
1:12.751 |
+3.276 |
22 |
|
14 |
STÉPHANE SARRAZIN |
FRA |
VENTURI |
1:12.832 |
+3.357 |
21 |
|
15 |
JARNO TRULLI |
ITA |
TRULLI |
1:12.839 |
+3.364 |
22 |
|
16 |
SALVADOR DURÁN |
ESP |
AMLIN AGURI |
1:13.115 |
+3.640 |
18 |
|
17 |
HO-PIN TUNG |
CHI |
CHINA |
1:13.677 |
+4.202 |
22 |
|
18 |
ORIOL SERVIÀ |
ESP |
DRAGON |
1:13.881 |
+4.406 |
10 |
|
19 |
MARCO ANDRETTI |
EUA |
ANDRETTI |
1:14.071 |
+4.596 |
24 |
|
20 |
MICHELA CERRUTI |
ITA |
TRULLI |
1:14.161 |
+4.486 |
22 |
MUITO AJUDA QUEM…
Desde o fim de 2011, é pelo sobrenome Wolff que a escocesa Susie atende. Antes, ela era conhecida como Susie Stoddart, a pilota da Mercedes no DTM. A mudança de nome se deu pelo casamento com Toto Wolff, o chefão da mercedes na F1, e o empresário austríaco acredita que tem mais atrapalhado do que ajudado na carreira da esposa. Ao falar da relação com Susie à revista francesa ‘Auto Hebdo’, o dirigente disse que não gosta de vê-la sendo chamada de 'a esposa do Toto Wolff’ e admitiu que ela já foi prejudicada pela associação.
Leia a reportagem completa no GRANDE PRÊMIO.
FLYING FINN
O diretor-técnico da Williams, Pat Symonds, cravou que Valtteri Bottas será campeão mundial de F1 em algum momento no futuro. Não é de hoje que o finlandês recebe elogios e grande confiança de membros da Williams sobre o que pode fazer no futuro. Felipe Massa, companheiro de Bottas, já havia dito algo semelhante, mas a afirmação feita por Symonds mostra um novo nível de confiança no pupilo. Symonds se disse impressionado pelo piloto, que terminou com o quarto lugar no Mundial de Construtores em sua segunda temporada na F1 – ambas pela Williams. Para o diretor, Bottas não é apenas veloz, mas tem atende todas as necessidades para alguém que irá ganhar o mundo.
Leia a reportagem completa no GRANDE PRÊMIO.

ENFIM, O ANO DA CONSAGRAÇÃO
A REVISTA WARM UP acompanhou de perto e traz todos os detalhes de como Rubens Barrichello viveu o fim de semana que voltou a lhe proporcionar o grito de ‘é campeão’: os erros e os acertos, o peso e o alívio, o filho que pergunta e antevê o título. "Já se sente campeão?", disse, na manhã da corrida decisiva.
Leia a reportagem completa na REVISTA WARM UP.
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