Ferrari inicia colaboração com empresa austríaca AVL para desenvolver motor V6 turbo, diz site
O site italiano ‘Omnicorse’ reportou que a Ferrari está trabalhando junto da empresa austríaca AVL no desenvolvimento dos motores V6 turbo, com engenheiros da companhia já atuando em Maranello. Equipe também deve abandonar ‘bico de aspirador de pó’
Buscando desenvolver os motores V6 turbo, tido por alguns como a principal deficiência do carro utilizado em 2014, a Ferrari firmou uma parceria com a empresa austríaca AVL. A informação é do site italiano ‘Omnicorse’.
De acordo com a publicação, engenheiros da AVL já estão trabalhando na fábrica de Maranello.
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No meio do ano, a Ferrari demitiu o engenheiro responsável pela concepção do V6 turbo, Luca Marmorini, insatisfeita com o trabalho por ele realizado. Mattia Binotto assumiu seu lugar.

A AVL também possui um relacionamento com a Red Bull e apareceu no noticiário da F1 no início deste ano, quando a Renault e a Toro Rosso foram acusadas de realizar um teste secreto no quartel-general da empresa, em Graz.
Na época, defesa afirmou que apenas atividades no dinamômetro foram realizadas, sendo que foi necessário apelar para a parceira porque as instalações da montadora francesa, em Viry-Chatillon, estavam lotadas. Nenhuma punição foi aplicada aos envolvidos.
Também referente à parte técnica da Ferrari, outra informação interessante foi veiculada pelo jornal ‘La Gazzetta dello Sport’: o time deve abandonar o bico de “aspirador de pó” utilizado em 2014, adotando uma solução mais parecida com a da Red Bull.

Ao GRANDE PRÊMIO, Nelsinho Piquet falou do ano cheio que viveu em 2014 e da adaptação às diferentes categorias que disputou nesta temporada. O brasileiro de 29 anos se disse um apaixonado por pilotar e que apenas procura um “ambiente em que possa se divertir, sem ficar estressado”
“A verdade é que quanto mais experiência você possui, melhor você consegue se adaptar a outros tipos de carros", declarou o piloto.

Há um ano e meio, Jacques Villeneuve, o último piloto campeão pela Williams, mostrava-se bastante receoso quanto ao futuro do time. Hoje, o pensamento do canadense é diferente — ainda que ele fale da transformação da equipe com alguma cautela. Em entrevista exclusiva à REVISTA WARM UP, em julho de 2013, Villeneuve dissera que, “no momento em que uma equipe passa a ter pilotos pagantes, está acabado”. O pensamento do piloto é direto: ter bons pilotos é que atrai os bons patrocínios. Neste ano, com Felipe Massa se juntando a Valtteri Bottas, a equação mudou, e o campeão de 1997 avaliou a nova fase do time.

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