Com contrato encerrado, Frijns deixa Caterham e passa mensagem: “Torço muito para que o time fique na F1”
Robin Frijns é mais um que não vai permanecer na Caterham para a temporada 2015. O piloto reserva da equipe em 2014 ainda não definiu seu futuro, mas passou mensagem de apoio aos anglo-malaios, torcendo pela permanência do time na F1
A lista de nomes que deixam a Caterham não para de crescer. Nesta segunda-feira (15), o contrato de Robin Frijns se encerrou. O holandês, que foi piloto reserva do time anglo-malaio em 2014, ainda não definiu seus planos para a temporada 2015.
Frijns começou se despedindo dos que ficam na equipe para o próximo ano.
“Eu gostaria de agradecer e me despedir de todo pessoal da Caterham, com quem eu trabalhei nos últimos 12 meses”, disse.

Robin Frijns está fora da Caterham para a temporada 2015 (Foto: Caterham)
Apesar de encerrar seu vínculo com a Caterham, o jovem holandês garantiu que torce para que o time consiga permanecer na F1. Frijns fez um agradecimento especial àquele que foi chefe da equipe enquanto esteve no time anglo-malaio.
“Eu torço muito para que o time tenha um futuro na F1 em 2015 e adiante. Gostaria de agradecer principalmente Cyril Abiteboul, quem eu considero ser o principal responsável por me dar a chance de realizar os testes”, declarou.
Frijns esteve nos treinos livres para o GP do Bahrein e para o GP da Inglaterra. Além disso, testou com a BMW no DTM.
A Caterham teve um final de ano muito conturbado. O time ficou de fora das etapas nos Estados Unidos e no Brasil, fez vaquinha para poder participar do GP de Abu Dhabi e, nas últimas semanas, conseguiu a permissão da FIA para usar o carro de 2014 na temporada 2015.

RETROSPECTIVA F1 2014:
HISTÓRIAS QUE VÃO ALÉM DA MERCEDES
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O GRANDE PRÊMIO dá início nesta segunda-feira (15) à RETROSPECTIVA 2014 e começa a mergulhar outra vez no que foi a temporada do Mundial de F1 — um ano de uma equipe só.
A Mercedes e Lewis Hamilton foram os grandes destaques graças às marcas que alcançaram. A equipe se tornou a recordista de vitórias em um único campeonato graças a um acerto primoroso no desenvolvimento dos novos motores V6 turbo. O inglês se sagrou bicampeão e tornou-se o mais vencedor britânico da história da F1 e o segundo mais vitorioso dentre os pilotos em atividade — atrás só de Sebastian Vettel.
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