Cal Crutchlow não foi muito feliz nas decisões de sua carreira. Titular da Ducati em 2014, o britânico se deixou seduzir pela Honda, mas enquanto assiste a evolução da Desmosedici, sofre com a performance irregular da RC213V na LCR.
Na temporada 2016, a RCV tem na aceleração sua maior fraqueza, um problema que vem sendo reiterado por
Marc Márquez e
Dani Pedrosa corrida após corrida.
Neste ano, Cal caiu em quatro das seis corridas do ano e completou o GP da Itália em 16º. Em termos de classificação, sua melhor performance foi um quinto lugar no GP das Américas.
Cal Crutchlow não escondeu irritação com performance da Honda (Foto: LCR)
“Eu costumava ser um dos reis da classificação, agora eu não sou, porque não podemos forçar como podíamos”, disse Crutchlow. “Tive muitos anos guiando a Yamaha e a Ducati e ainda era capaz de fazer boas voltas quando precisava. Agora, isso é impossível com o que temos”, seguiu.
“Lembro que Marc se classificava com um segundo de vantagem para os outros pilotos em alguns circuitos. Ele estava uma milha à frente”, recordou. “Agora ele está forçando além do limite para ter dois ou três décimos”, indicou.
“Nós temos de tentar frear um pouco mais tarde, temos de tentar forçar nas curvas, e é isso [cair] o que acontece”, comentou.
Mesmo reconhecendo as dificuldades, Crutchlow garante sua confiança segue inabalada e avalia que não adianta mudar o estilo para evitar quedas e completar as corridas no fundo da tabela.
“Se eu me conformar e aceitar o resultado, estarei em 16º”, disse. “No fim do dia, você me coloca em uma Yamaha e eu vou bater os dois caras que estão nas Yamaha satélites. Não há sombras de dúvida. Você me coloca na Ducati satélite, e vou bater os caras deles também”, garantiu.
“É assim que eu me sinto e não estou sendo arrogante ao dizer isso. Eu já fiz isso”, lembrou. “Estive no pódio sete vezes com a Tech3, em uma moto que era muito pior do que a que eles têm agora”, sublinhou.
“A minha confiança diminuiu ou algo assim? Não”, assegurou. “Estou irritado com essa situação, mas não tenho como sair dela. O que eu posso fazer?”, questionou.
Por fim, mesmo mostrando descontentamento com a situação, Crutchlow destacou que a Honda segue trabalhando para sanar os problemas da RC213V, mas lembrou que pouco pode ser feito com o motor.
“A moto está chacoalhando, a moto está se movendo. Você não precisa que eu te diga isso. Você pode ver pela TV quais motos parecem pior no grid no momento em comparação com os outros”, considerou. “Não tem mais nada que eu possa dizer além de elogiar a Honda, porque eles estão tentando, mas o que podemos fazer agora?”
“Você não pode simplesmente fazer alguma coisa do dia para a noite. Nós sabemos que eles não podem trazer um motor, então eles estão olhando para o chassi, para o braço oscilante, blá, blá, blá, mas eles precisam de tempo para trabalhar nisso”, falou. “Nós sabemos que eles estão trabalhando. Não vejo uma cura milagrosa”, concluiu.
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