MSi apresenta motos de Moreira e Azman e mira passo à frente na Moto3 2023

Melhor estreante da temporada 2022 na classe de entrada do Mundial de Motovelocidade, brasileiro vai para o segundo ano com a equipe, mas agora terá como parceiro o malaio Syarifuddin Azman

A MSi apresentou nesta segunda-feira (27) as KTM com que vai disputar a temporada 2023 da Moto3. Indo para o segundo na classe menor do Mundial de Motovelocidade, a equipe espanhola segue com Diogo Moreira, mas agora tem Syahrifuddin Azman no lugar de Ryusei Yamanaka.

Em um evento transmitido ao vivo pelas redes sociais da equipe, a MSi mostrou uma moto com layout bastante similar à do ano passado, com misto de prata, azul e vermelho. Desta vez, porém, a equipe conta com mais patrocinadores, reflexo do desempenho do ano passado.

Diogo Moreira vai para o segundo ano na Moto3 em 2023 (Foto: Reprodução)

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Aos 18 anos, Moreira fechou a campanha de estreia no campeonato com um oitavo lugar no Mundial de Pilotos. Fruto de um projeto feito em parceria por Alex Barros e pela Estrella Galicia 0,0, o piloto conquistou uma pole-position — no GP da Grã-Bretanha —, esteve seis vezes no top-6 e conseguiu como melhor resultado um quinto lugar no GP da Malásia. Agora, a meta é ser mais constante e dar um passo à frente.

Melhor estreante de 2022, Diogo optou por seguir com o time que fechou o Mundial de Equipes 2022 na sexta colocação, atrás apenas de Aspar, Leopard, MAX, Red Bull KTM Ajo e Tech3. Ao GRANDE PRÊMIO, o #10 contou no fim do ano passado que se sente bem na estrutura comandada por Jordi Gatell e não vê necessidade de troca.

“Acho que se eu não tiver um problema muito grande ali, eu não vou trocar”, disse Diogo na época. “Eu estou me sentindo muito bem, estou confiante com a equipe e com tudo e acho que ano que vem [2023] vai ser melhor, porque segundo ano com eles, todo mundo vai ser as mesmas pessoas, então acho que não precisa trocar, não”, seguiu.

“Se trocar, teria de ser tudo novo e eu me sinto muito bem ali”, completou.

Durante a apresentação, o piloto de São Paulo mostrou uma novidade no capacete: uma referência a Pelé no #10 que carrega estampado na parte de trás do casco.

“O desenho não mudou muito, são alguns detalhes”, disse Diogo. “Aqui atrás eu coloquei o Pelé, que nos deixou. Vamos ver se nos dá sorte”, contou.

Ainda, o brasileiro listou os rivais para 2023 e considerou que alguns dos protagonistas da temporada passada seguem como nomes fortes neste ano.

“Acho que os que já estavam no ano passado: [Deniz] Öncü, [Tatsuki] Suzuki, [Jaume] Masià, [Ayumu] Sasaki também. E agora também os rookies: [Jose Antonio]] Rueda, os que vêm da FIM, que chegam muito fortes, que acham que estarão muito forte, dando guerra a todos”.

Do outro lado da garagem, Azman chega para a primeira temporada completa no Mundial. O malaio passou a competir na Europa em 2019, na Talent Cup Europeia e, na mesma temporada, disputou as duas últimas corridas do Mundial Júnior. No ano seguinte, ficou em tempo integral na categoria para, no ano seguinte, fazer a primeira prova no Mundial, substituindo um lesionado John McPhee em Aragão. Ano passado, foi quarto no Mundial Júnior e disputou quatro GPs no Mundial, obtendo como melhor resultado o 16º lugar da Malásia.

Conhecido pela alcunha de Damok, o malaio deixo claro que a meta é repetir Diogo e conquistar em 2023 o título de ‘Novato do Ano’.

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