Quartararo vê avanço da Yamaha, mas avalia: “Ainda estamos longe do que precisamos”

No primeiro dia de trabalho em Portimão para o GP de Portugal, o francês pressionou a Yamaha para seguir atualizando a YZR-M1 ao longo da temporada, algo que considerou um ponto fraco da fábrica dos três diapasões

MotoGP apresentou uma trilha oficial para a temporada 2023 (Vídeo: MotoGP)

Fabio Quartararo avaliou que a Yamaha “deu um passo à frente” com o motor de 2023 da YZR-M1, mas ainda está “longe do que precisamos ter na moto”. O francês aproveitou o primeiro fim de semana de trabalho no ano para cobrar evolução constante ao longo do campeonato.

A velocidade da Yamaha tem sido um problema ao longo dos últimos anos, mas ficou ainda mais evidente na temporada passada, quando o #20 se empenhou na briga pelo título com Francesco Bagnaia. Pressionada pelo jovem de Nice, a marca dos três diapasões decidiu agir e escalou Luca Marmorini, ex-chefe de motores da Ferrari, para trabalhar na M1.

Fabio Quartararo avaliou que a Yamaha conseguiu melhorar, mas não tanto quanto precisa (Foto: Divulgação/MotoGP)

Relacionadas

▶️ Inscreva-se nos dois canais do GRANDE PRÊMIO no YouTube: GP | GP2
▶️ Conheça o canal do GRANDE PRÊMIO na Twitch clicando aqui!

Às vésperas do inicio do campeonato, Fabio reconhece que a moto teve melhora, mas considera que o avanço ainda foi pouco diante da necessidade.

Questionado sobre qual área da YZR-M1 tinha melhorado mais, Quartararo respondeu: “Bom, basicamente o motor. O motor foi aquilo que eu pedi. Nós demos um passo à frente, ainda não é o bastante, mas eles trabalharam duro, e acho que se eles continuarem, podem melhorar”.

“Mas ainda estamos longe do que precisamos ter na moto”, frisou.

Além de esperar por mais melhora no motor, Fabio também pressionou a Yamaha para seguir evoluindo o protótipo ao longo do ano, um “ponto fraco” da casa de Iwata ao longo dos anos.

“No último dia do teste, consegui fazer uma ótima volta, duas voltas seguidas com o mesmo tempo de volta”, contou. “Ainda falta alguma coisa em comparação com a Ducati, pois, no último dia, todas as Ducati estavam no top-8”, lembrou.

“Claro, nos falta alguma coisa, mas acho que todos estão no limite e é tudo uma questão de detalhes”, indicou. “Temos de dar passos durante o ano. Acho que este é o ponto fraco que nós temos, também nos anos anteriores: assim que começamos a temporada, não temos evolução até o fim”, alfinetou.

“E acho que, neste ano, se quisermos estar na ponta, temos de trazer grandes evoluções ao longo da temporada”, completou.

A temporada 2023 da MotoGP começa neste fim de semana, com o GP de Portugal. O GRANDE PRÊMIO acompanha todos os detalhes da ação em Portimão.

A hora das sprint! “2023 promete verdadeira revolução na MotoGP” | GP às 10
Chamada Chefão GP Chamada Chefão GP 🏁 O GRANDE PRÊMIO agora está no Comunidades WhatsApp. Clique aqui para participar e receber as notícias da MotoGP direto no seu celular! Acesse as versões em espanhol e português-PT do GRANDE PRÊMIO, além dos parceiros Nosso Palestra e Teleguiado.

📩 NEWSLETTER GP

Assine e receba notícias exclusivas e bastidores das pistas diretamente no seu e-mail!