Márquez vê aspectos “positivos e negativos” em chassi revestido por fibra de carbono: “Foi diferente”
Marc Márquez aproveitou o dia de testes em Jerez de la Frontera para testar a moto com que Stefan Bradl disputou o GP da Espanha do fim de semana. O #93 falou em aspectos positivos e negativos
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Marc Márquez avaliou que o chassi revestido de fibra de carbono é “diferente” do quadro tradicional de sua RC213V. O #93 aproveitou o dia de testes coletivos em Jerez para provar a moto com que Stefan Bradl disputou o GP da Espanha.
A HRC está trabalhando no chassi revestido para tentar diminuir o peso da moto e ganhar flexibilidade. O chassi atual da Honda é de alumínio.
Ao longo da segunda-feira (6), Márquez completou um total de 75 voltas em Jerez, a melhor delas, feita com a moto de testes, em 1min37s260, e ficou com o sétimo posto, 0s881 mais lento que Fabio Quartararo, o líder.
Falando à imprensa, Márquez disse não ter planos de levar a nova moto para a pista imediatamente, mas celebrou o fato de ter feito comentários na mesma linha do piloto de testes.

Marc Márquez provou a moto de Stefan Bradl em Jerez (Foto: Honda)
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“Eu fiz o tempo de volta com a moto do Bradl, era outra moto”, disse Márquez. “Fiz uma saída com o pneu usado e uma com o novo para entender”, seguiu.
“Foi positivo, porque entendemos muitas coisas. Foi só para dar um feedback para a HRC”, explicou.
Márquez classificou a experiência como “diferente” e falou em aspectos positivos e negativos com a nova moto.
“Foi diferente, com coisas positivas e negativas”, apontou. “Mas o mais importante é que a minha avaliação foi exatamente a mesma de Bradl. Ele vai continuar testando e melhorando, tentando novos itens.”, continuou.
“É importante termos os mesmos comentários e a mesma sensação do piloto de testes”, defendeu.
Questionado sobre o que estava buscando com a nova moto, Márquez respondeu: “Estávamos buscando confiança com a dianteira. Você ganha coisas, perde outras coisas, então é sempre uma harmonização”.
Durante o fim de semana em Jerez, Márquez citou que a Honda tinha trabalhado com o freio motor da RC213V por conta de um problema que interferiu na queda que o tirou do GP das Américas. E foi justamente essa a área onde o #93 focou no teste.
“Na minha moto atual, eu estava trabalhando bastante na entrada de curva, naquela área do freio motor”, apontou. “Foi onde tivemos mais problemas nas primeiras três corridas e já disse que nós melhoramos muito, mas ainda têm alguns pontos fracos, então trabalhamos nisso”, comentou.
“Nós encontramos algo que era interessante e mais algumas coisas para o futuro”, concluiu.
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