Sainz cobra Ferrari após problemas com pneus em Singapura: “Fazer a lição de casa”

Carlos Sainz sofreu com a temperatura dos pneus em Singapura e até chegou a bater durante a classificação. Para a perna no continente americano, o espanhol quer que Ferrari solucione questão para andar mais à frente

Franco Colapinto aproveitou o espaço e ganhou três posições na curva 1 do GP de Singapura (Vídeo: reprodução/Threads)

Carlos Sainz admitiu que a Ferrari tem muito o que fazer nessa pausa até a perna no continente americano e superar os problemas de pneus que prejudicaram o fim de semana do espanhol no GP de Singapura.

Claro que o acidente no Q3 da classificação o colocou na 10ª posição, além de evitar o contato na primeira volta com Franco Colapinto, que gerou bastante reclamação por parte do ferrarista. Desta forma, a equipe tentou um undercut para superar os adversários à frente, tal como seu companheiro de equipe, Charles Leclerc, que não surtiu efeito.

O sétimo lugar foi o prêmio de consolação para Carlos, que apontou que a janela de pit-stop da Ferrari tem de evitar contratempos semelhantes. “Acho que isso segue sendo uma tendência nesta temporada. Parece que há uma linha tênue em colocar os carros na janela certa”, disse à Motorsport Week.

“Estamos tentando descobrir o que acontece do meu lado. Vou me concentrar nas próximas semanas para ver o que podemos fazer nas últimas seis corridas para que isso não se torne uma limitação ou uma fraqueza e que nos coloque mais à frente, porque o ritmo na corrida é forte”, analisou Sainz.

Sainz bateu, e Ferrari não teve classificação feliz em Singapura (Foto: AFP)

Sobre um possível erro operacional da Ferrari, que colocam os pneus em temperaturas críticas, Sainz acredita que sua equipe tenha várias teorias. Uma delas tem a ver com a manta e que eles devem colocar uma atenção especial nesta questão para evitar uma repetição de seu acidente.

“Acho que, a menos que você faça a volta de saída ideal, a chance de não ter os pneus na janela certa é difícil. E assim que algo acontece fora do nosso controle, você fica a uma temperatura fora e não há aderência. Precisamos fazer a lição de casa e, assim, possamos nos classificar mais à frente”.

Agora, a Fórmula 1 volta entre os dias 18 e 20 de outubro para o GP dos Estados Unidos, em Austin.

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