Alonso se diz “feliz” com classificação no México apesar de 13º: “Carro melhorou muito”
Fernando Alonso poderia ter avançado ao Q3 na classificação do GP da Cidade do México se não fosse a batida de Yuki Tsunoda com 10s para o fim do Q2
A Aston Martin chegou com expectativas baixas para o GP da Cidade do México, que marca o 400º fim de semana de Fórmula 1 da carreira de Fernando Alonso. No entanto, após a classificação deste sábado (26), as expectativas para o espanhol aumentaram. Mesmo se classificando apenas em 13º, o experiente piloto afirmou que o “carro melhorou muito” em relação aos treinos livres.
Além disso, Alonso afirmou que poderia ter se classificado melhor e até avançar ao Q3 se não fosse a bandeira vermelha provocada por Yuki Tsunoda no final do Q2. Com isso, a última tentativa do espanhol foi abortada e ir além do 13º se tornou impossível.
Em relação à corrida deste domingo (27) no México, Alonso prefere manter os pés no chão e “não esperar milagres”, mas quer aproveitar o 400º GP da carreira.
“Tivemos problemas durante a maior parte do fim de semana para conseguir um bom desempenho, mas na classificação o carro se comportou muito melhor do que nos treinos livres e fiquei muito mais feliz”, disse.

“Optamos por usar três jogos de pneus no Q1 e passamos. Fiz uma boa volta no Q2 pouco antes da bandeira vermelha encerrar a sessão e acho que poderíamos ter passado para o Q3 se tivéssemos terminado a volta. Não espero milagres amanhã, mas estou preparado para lutar e curtir meu 400º GP. Sonhei em ser piloto de Fórmula 1 quando era criança e estou aqui há mais de duas décadas neste esporte. Tenho muita sorte”, continuou.
Alonso, então, entrou em maiores detalhes sobre o que poderia ter alcançado na classificação, se não fosse a bandeira vermelha, e afirmou que o AMR24 ganhou mais aderência na classificação em relação aos treinos livres.
“Quando a bandeira vermelha foi acionada, eu estava 0s25 mais rápido do que a volta anterior, então teria ficado em quinto ou mais e acho que todos melhorariam um pouco. Mas nono ou décimo teria sido possível neste Q2, o carro melhorou muito desde o TL3 até a classificação. Houve mais aderência, então, nesse sentido, estou com uma sensação boa”, declarou.
“Esperávamos menos da classificação. Usamos três jogos de pneus no Q1 achando que esse era o limite, mas vimos que usamos apenas dois e já estávamos salvos. Depois, no Q2, já vimos que havia possibilidade de entrar no Q3. Em relação a todas as sessões do fim de semana, foi a melhor, sem dúvida, o que nos dá um pouco de esperança para amanhã”, encerrou.
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