Em caminho inverso ao da antiga F1, Nissan usa tecnologia de carro elétrico para desenvolver equipe
A Nissan chega à categoria dos carros elétricos com parte da estrutura que era da Renault, mas ainda tem um longo caminho para voltar aos tempos de sucesso da parceira. A montadora japonesa utiliza a experiência do modelo Leaf para desenvolver o sistema de sua bateria

“Estamos utilizando nossa experiência para ajudar a desenvolver nosso trem motriz para a Fórmula E ao mesmo tempo que o nosso aprendizado vai nos ajudar a reforçar nosso desenvolvimento de veículos de produção em série”, declarou o diretor global da Nissan, Michael Carcamo, em evento que teve a presença do GRANDE PRÊMIO em Santiago. “O regulamento nos ajuda a nos concentrar no desenvolvimento dos nossos motores elétricos, inversores, transmissões e sistemas de gestão de energia. A Fórmula E é nosso laboratório de desenvolvimento de alta velocidade", completou.

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O Leaf é o modelo elétrico mais vendido no mundo: até agora, foram mais de 380 mil unidades. A Nissan tem como meta praticamente triplicar as vendas até 2022, chegando a 1.000.000 de veículos. Na América do Sul, o planejamento da montadora inclui uma pré-venda do modelo em Argentina, Chile, Colômbia e Brasil – onde já há 50 interessados em ter o Leaf. Aliás, a Nissan fechou uma parceria com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para estudar utilizações futuras das baterias de veículos elétricos.
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