Red Bull vê McLaren como referência atual na F1, mas avalia: “Não está tão longe”
Chefe da Red Bull, Christian Horner foi na contramão de Max Verstappen e evitou rotular a equipe como a quarta força do momento. Ainda assim, dirigente reconheceu que a McLaren é a referência atual
Chefe da Red Bull, Christian Horner reconheceu que a McLaren é a referência do momento na Fórmula 1, mas avaliou que o time de Lando Norris e Oscar Piastri não está “tão longe”. O dirigente foi na contramão de Max Verstappen e evitou rotular a equipe dos energéticos como a quarta força da F1.
Enquanto Verstappen fechou o GP da China de domingo (23) na quarta colocação, Liam Lawson teve mais um dia difícil e foi apenas 12º, aumentando ainda mais as especulações sobre uma eventual troca com Yuki Tsunoda.
Após a corrida, Horner assumiu que a Red Bull não estava no mesmo nível da McLaren, que fizeram uma dobradinha, mas avaliou que a distância não é tão grande.
“Ficamos a 0s17 da pole e fomos tão rápidos quando a McLaren no segundo stint. Então sabemos quais as áreas que precisamos melhorar no carro e temos um planejamento do desenvolvimento para realmente encontrar um pouco mais de ritmo e colocar pressão nas McLaren. Eles não estão tão longe”, frisou.

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Questionado sobre a declaração de Verstappen de que a Red Bull é a quarta força da F1, Horner respondeu: “Acho que é tudo subjetivo, depende do dia. Hoje, a McLaren é a referência, eles venceram as duas primeiras corridas, é quem temos de bater. Max está trabalhando mais duro do que jamais vi em termos de esforço para dar uma direção real daquilo que ele precisa do carro para encontrar o pedaço que falta”.
Horner destacou, ainda, que a Red Bull tem muitas informações para trabalhar na melhora do carro e destacou que os tempos de Verstappen foram muito fortes na parte final do GP da China.
“Temos muitas informações, dados e feedback do piloto. O segundo stint foi mais promissor. Se você olhar os tempos de volta da última parte da corrida, até a última volta dele foi muito competitiva”, observou. “Por que foi competitivo? Do que ele precisa para ter aderência? Não é tanto uma questão de equilíbrio com que ele está em dificuldade, é só extrair mais do pneu”, avaliou.
O dirigente, porém, mostrou cautela na hora de medir o que é possível fazer a tempo do GP do Japão, próxima parada da F1.
“Quem sabe? De novo, depende do que os outros estão fazendo. Sabemos as áreas em que estamos trabalhando. Obviamente, vamos seguir tentando trazer performance para o carro e vamos descobrir em duas semanas”, encerrou.
A Fórmula 1 volta de 4 a 6 de abril em Suzuka, palco do GP do Japão, terceira etapa da temporada 2025. O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa do evento, assim como das outras provas do campeonato.
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