Di Giannantonio vê tombo de Martín como “pior cena da minha vida” e confirma contato

Fabio Di Giannantonio confirmou que não teve como evitar o contato com Jorge Martín após a queda dada a proximidade entre os dois e revelou que, após a corrida, parou direto nos boxes da Aprilia para saber como o #1 estava

Fabio Di Giannantonio confirmou que não conseguiu evitar o contato com Jorge Martín após a queda no espanhol no GP do Catar de domingo (14). O titular da VR46 classificou a cena do tombo do colega como a “pior da minha vida”.

Di Giannantonio acabou no fundo do pelotão em Lusail depois de um incidente com Álex Márquez. Fabio, então, vinha perseguindo Martín para tentar ultrapassar, mas foi testemunha ocular da queda do campeão vigente entre as curvas 12 e 13.

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Ainda que as imagens não tenham deixado evidente, Di Giannantonio confirmou que não conseguiu evitar o impacto com Jorge quando ele já estava no chão, o que empurrou o corpo do piloto contra a RS-GP.

A Aprilia confirmou nesta segunda-feira que Martín sofreu diversas fraturas de costela e segue internado para que um pneumotórax — acúmulo de ar entre o pulmão e a caixa torácica — seja drenado.

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Fabio Di Giannantonio finalizou a corrida preocupado com Jorge Martín (Foto: VR46)

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“Ele estava na minha frente, um pouco fora [da trajetória], eu estava bem perto dele, tentando ultrapassar”, contou Di Giannantonio antes de saber das lesões do espanhol. “Quando ele caiu, ele estava completamente na frente da minha moto”, seguiu.

“Nós passamos por ali — entrando na curva 13 — a 200 km/h mais ou menos, 160, 180 km/h. Não tive chance de ir a lugar nenhum. Toquei nele”, confirmei. “Forcei a corrida toda, mas fiquei pensando nele a corrida toda, pois fiquei realmente assustado. Parei na porta do box dele, assim que a corrida acabou, pois queria saber da equipe se ele estava bem, e isso é a melhor coisa de hoje”, declarou.

Fabio, porém, se mostrou surpreso com a ausência de uma bandeira vermelha. Os pilotos chegaram a passar no local do acidente mais uma vez com o espanhol ainda sendo atendido na brita.

“Sinceramente, fiquei arrepiado, pois foi a pior cena da minha vida. Foi uma queda super feia”, frisou. “E ele estava no chão. Fiquei vendo pelos telões, tentando entender se ele estava ok ou não. Ele ainda estava no chão. Eu estava fazendo a volta — aí, felizmente, talvez ele estivesse ok e, por isso, não houve uma bandeira vermelha”, concluiu.

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