Quartararo mostra otimismo nos Países Baixos: “Podemos conquistar bons resultados”
Fabio Quartararo destacou que não sente dores no ombro deslocado em um tombo na Itália, mas assumiu que pegou mais leve nos treinos às vésperas de Assen
Fabio Quartararo mostrou otimismo às vésperas do GP dos Países Baixos. Ileso após deslocar o ombro esquerdo em um tombo na Itália, o piloto francês se apoiou no bom histórico da Yamaha em Assen e se mostrou confiante em “conquistar bons resultados”.
Durante a passagem da MotoGP por Mugello, Quartararo caiu durante o treino e teve o ombro recolocado no lugar ainda na brita. Mesmo assim, o #20 completou todo o fim de semana.
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Às vésperas do GP dos Países Baixos, Fabio explicou que não sente dores, mas pegou leve nos treinos da semana para evitar problemas.
“Estou bem. Não sinto dor, mesmo que tenha uma sensação estranha”, disse Quartararo. “Estou pronto para a corrida. Descansei, o que era a coisa mais importante. Normalmente, levanto peso de terça-feira, mas decidi ir com calma”, contou.

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Depois de um GP da Itália decepcionante ― com um décimo lugar na sprint e um 14º no GP ―, Quartararo se mostrou mais animado com a disputa em Assen.
“Esta é a primeira quinta-feira em que sinto vontade de dizer que, se o clima tiver bom, acho que podemos conquistar bons resultados”, falou ‘El Diablo’. “Sempre fui competitivo aqui em todas as sessões, e isso acontece por causa de muitos fatores: as retas, temperaturas, grip e consumo de pneus. São esses quatro fatores que afetam a performance, e estavam todos lá em Mugello. Aí, claro, também precisamos melhorar, especialmente em termos de desgaste de pneus. Em Jerez, por exemplo, as temperaturas estavam mais altas, mas o desgaste de pneus, não. Isso nos permite manter um ritmo forte”, continuou.
A Yamaha tem um bom histórico em Assen, com 18 vitórias na Catedral. A última delas, aliás, veio com Quartararo, em 2021.
“É isso que espero. Acho que é uma grande oportunidade. Não sei se por vitória, pódio ou quinto lugar, mas sei que vou poder aproveitar uma luta com os pilotos da frente”, garantiu.
Questionado sobre o impacto que a chegada da Pramac em 2025 teve na Yamaha, Quartararo respondeu: “Acho que não ter uma fundação real para a moto não ajudou. Ainda estamos longe para poder dizer que foi uma grande ajuda. Em algumas pistas, é interessante ver como cada um de nós lida com as várias curvas, mas eu estava esperando mais nesse sentido”.
“Nós todos temos trabalhado na mesma direção. No momento, estamos tentando melhorar a moto para todos, buscando mais aderência e todos estão tentando um pouco de tudo. Ainda é algo que estamos tentando entender. Os pilotos estão dando tudo de si. Agora, cabe aos engenheiros encontrarem um compromisso e mais aderência”, encerrou.
A MotoGP volta a acelerar entre os dias 27 e 29 junho, com o GP dos Países Baixos, em Assen, 10ª etapa da temporada 2025. O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa do evento, assim como das outras classes do Mundial de Motovelocidade durante todo o ano.
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