Giovinazzi admite que Interlagos é ponto fraco da Ferrari no WEC: “Viemos para lutar”
Com pódio em todas as etapas de 2025, Antonio Giovinazzi admitiu que o Brasil é um ponto fraco da Ferrari. Junto de James Calado e Alessandro Pier Guidi, italiano disputa as 6 Horas de São Paulo com o #51
Antonio Giovinazzi chega para as 6 Horas de São Paulo em alta. O piloto italiano, junto do compatriota Alessandro Pier Guidi e do britânico James Calado, lidera a atual temporada do Mundial de Endurance, com vitórias em Ímola e Spa-Francorchamps, além de aparecer no pódio em todas as etapas disputadas até aqui em 2025.
Em entrevista exclusiva ao GRANDE PRÊMIO, Giovinazzi evitou responder sobre o corte de potência sofrido pela Ferrari para a etapa em Interlagos, e busca um resultado positivo na prova que foi o “ponto fraco” da Scuderia em 2024.
“Não posso falar sobre, mas precisamos pensar em nós. Brasil foi nosso ponto fraco no ano passado, trabalhamos bem no simulador. Acho que temos um pacote mais forte. Vamos esperar, vai ser um fim de semana difícil, mas não podemos desistir e temos de lutar contra nossos adversários”, citou Antonio.
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Na prova mais recente, Giovinazzi e o trio da Ferrari #51 subiu ao pódio nas 24 Horas de Le Mans após a desclassificação de Antonio Fuoco, Miguel Molina e Nicklas Nielsen, que guiam o #50. O resultado ajudou a consolidar o trio na liderança do campeonato. Agora, a meta é demonstrar que o time aprendeu com as falhas de 2024.
“Pódio em Le Mans sempre é um grande feito. É uma corrida longa, e estar no pódio pela terceira vez seguida é um bom objetivo. Claro que ganhar é sempre ótimo, mas pódio em Le Mans sempre é positivo. Acho que estou feliz com como caminhamos. Chegando no Brasil, temos motivação, carro forte, bom pacote, aprendemos com os erros e vamos vir aqui lutar. É o principal objetivo deste fim de semana e da próxima etapa”, comentou.
Com 105 pontos, o trio do #51 tem 16 tentos de vantagem para o carro irmão no Mundial de Pilotos. Porém, Antonio chamou a atenção para o crescimento de outras equipes na temporada, como os exemplos de Toyota e Porsche.
“Não acho que será fácil. Vimos no ano passado a Toyota forte, quase ficamos 1 volta atrás, Porsche em Le Mans estava forte e foram rápidos aqui ano passado. Posso ver que eles vão vir aqui estar na frente, vimos evolução da BMW e da Alpine. Tenho certeza que nossos competidores vão lutar contra nós, é bom para o campeonato. Mas, novamente, precisamos trabalhar como estamos trabalhando, olhar para uma corrida como Spa onde não éramos os mais rápidos e ganhamos. O mesmo para Le Mans, quando a Porsche era forte e fomos primeiro e terceiro. No WEC, estratégia, erros e todas essas coisas são chave para um bom resultado, então devemos manter o que fizemos nas primeiras quatro corridas”, concluiu.
O WEC agora entra na segunda metade da temporada neste final de semana, com as 6 Horas de São Paulo, no Autódromo de Interlagos. O evento conta com cobertura IN LOCO do GRANDE PRÊMIO, que também transmite todas as etapas do campeonato AO VIVO e COM IMAGENS no YouTube e na GPTV.
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