Russell aponta “pior classificação do ano” e espera “caos” com chuva na Bélgica
Ao analisar o desempenho da Mercedes nas últimas corridas, George Russell alertou que a equipe "deu um passo para trás em relação ao pelotão intermediário" da Fórmula 1
George Russell deixou claro que as mudanças que a Mercedes realizou no W16 entre a sprint e a classificação deste sábado (26) não surtiram o efeito esperado e, por isso, disse que a equipe precisa “entender o que está acontecendo”. Em entrevista acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO, o britânico também foi questionado sobre a possibilidade de chuva e apontou que a pista molhada pode “causar um pouco de caos”.
Depois de avançar pelo Q1 e Q2 sem maiores dificuldades, o dono do #63 anotou 1min41s260 como melhor tempo na fase final — o suficiente para colocá-lo na sexta posição do grid de largada, mas com 0s698 de atraso em relação a Lando Norris, que assegurou a pole-position com a McLaren. O inglês terminou atrás até mesmo de Alexander Albon, que ocupou a última vaga no top-5 pela Williams.
“Minhas voltas pareceram muito boas, mas claramente, como equipe, estamos fora do ritmo neste fim de semana. E, tirando ontem, essa é minha pior classificação do ano — o mesmo vale para Kimi [Antonelli, 18º]. Então precisamos entender o que está acontecendo”, alertou Russell em conversa com os repórteres, antes de explicar que a Mercedes mexeu no carro após o fim da prova curta.
“Fizemos algumas mudanças pequenas, mas obviamente há um limite para o que se pode fazer. Historicamente, em fins de semana com corrida sprint, se você tem uma sprint ruim e vira o carro do avesso para o dia seguinte, isso raramente funciona”, alertou.

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“Fizemos mudanças sensatas, mas precisamos entender — nas seis primeiras corridas do ano tivemos quatro pódios, e agora só tivemos um nas últimas seis. Claramente demos um passo para trás em direção ao pelotão intermediário”, lamentou Russell.
Por fim, foi questionado se espera que a corrida principal seja mais movimentada do que a sprint, que contou com poucas ultrapassagens ao longo das 15 voltas. O britânico mostrou confiança de que sim, mas destacou a chuva como um fator importante para a etapa deste domingo.
“No primeiro stint provavelmente não haverá muitas ultrapassagens, mas claro que, quando começarem os pit-stops — se a pista estiver seca —, ninguém sabe se o pneu duro será uma boa opção ou não. Isso pode forçar alguns a fazer duas paradas, outros podem tentar só uma. Sempre que temos variedade de estratégias, surgem oportunidades — mas tudo indica que vai chover. Corridas com asfalto molhado geralmente causam um pouco de caos também”, encerrou.
A Fórmula 1 retorna neste fim de semana, de 25 a 27 de julho, na Bélgica, 13ª etapa da temporada 2025. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificações, sprint e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.
Além da cobertura tradicional, o GRANDE PRÊMIO estará IN LOCO em Spa-Francorchamps para acompanhar todas as emoções da etapa com o repórter Leonid Kliuev.
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