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Senna fica feliz com potencial da Mahindra e já projeta temporada melhor na F-E, mas vê e.dams em “outra categoria”

Bruno Senna ficou bem mais contente com o carro da Mahindra na primeira etapa da segunda temporada da F-E do que em todo o ano passado. O problema é que a e.dams e a Renault acertaram em cheio
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
Embora tenha ficado fora da zona de pontuação no eP de Pequim, Bruno Senna teve motivos para ficar contente com o desempenho da Mahindra na abertura da segunda temporada da F-E. Para este segundo ano, o time parece ter conseguido desenvolver um trem de força mais competitivo, além de contar com o suporte da equipe Campos, o que deve permitir brigas mais frequentes nas primeiras posições para o brasileiro.

Na corrida deste sábado (24), Senna andou no pelotão da frente na primeira parte da prova antes de deixar o top-10 em meio à rodada de pit-stops. Um erro de procedimento na troca de carro custou caro a ele, que também conviveu com problemas de rádio ao longo da disputa.
Bruno Senna terminou em 13º no eP de Pequim (Foto: Divulgação/MF2)
De qualquer forma, ele viu Nick Heidfeld, seu novo companheiro de equipe, terminar na terceira colocação.

"Foi um começo complicado, mas o importante é que o potencial está lá. Meu carro nunca teve um balanço tão bom quanto neste fim de semana. O terceiro lugar do Nick também é uma amostra de que deveremos brigar pelos pontos ao longo do campeonato", disse Bruno. 

Os pontos negativos, além do atraso nos boxes, foram os problemas técnicos e, especialmente, a larga vantagem que a e.dams demonstrou ter. Sébastien Buemi venceu com 11s de vantagem para Lucas Di Grassi após ter feito a pole e a volta mais rápida.

"Tivemos de substituir três baterias dos quatro carros. A carga de trabalho foi pesada e isso teve alguma infuência", afirmou. "Mas eles estão em outra categoria, tanto em eficiência como em ritmo de volta. O Buemi passeou e o Nico Prost, mesmo com a asa traseira toda torta, andava grudado no Di Grassi", acrescentou.