4ª na F3 Asiática, Chadwick conquista primeiros pontos da superlicença para F1

Em sua primeira temporada na categoria, a britânica cresceu na parte final da campanha. Com cinco pódios em seis corridas, sendo uma vitória, co

Jamie Chadwick tem trilhado seu caminho para a Fórmula 1 a pequenos passos. Disputando a temporada 2019/20 da F3 Asiática, a britânica conseguiu seus dez primeiros pontos da superlicença ao fechar a temporada na quarta colocação.
 
A pilota fez sua estreia na categoria de cinco etapas de rodadas duplas. Apesar de um começo de campanha mais devagar, alcançou bons resultados nas últimas disputas do ano. De seis provas, subiu no pódio em cinco, sendo uma delas com vitória.
 
Com isso, deu um salto na classificação e encerrou na quarta posição da tabela, somando 139 pontos. Isso garantiu a Chadwick os dez primeiros pontos para sua superlicença. Para poder andar em um treino livre da Fórmula 1, sõ necessários 25 – para correr, são 40. Os tentos valem por três anos.
 
“Aproveitei muito correr na F3 Asiática e foi muito valioso para minha preparação de pré-temporada. Senti minha forma física e minha pilotagem ficando mais forte a cada etapa. É muito competitivo na frente e aprender a lidar com os pneus durante a temporada fez ser bastante tático e, muitas vezes, exigente”, disse.
Jamie Chadwick (Foto: Reprodução)

“Houve muitas corridas bastante próximas com mais ultrapassagens do que normalmente se vê em categorias de fórmula. Tenho um ano cheio pela frente, mas estou bastante satisfeita com a parte final da F3 Asiática, que vejo como uma plataforma para mais progresso”, completou.
 

Jamie caminha para conseguir mais pontos para a superlicença. O motivo é que a W Series trouxe uma grande novidade para 2020, que é a distribuição de pontos para a superlicença. A campeã ganha 15 tentos – Jamie ficou com o primeiro título da história da categoria e agora vem para defender o caneco.
 
A última mulher a participar de uma corrida de Fórmula 1 foi Lella Lombari em 1976. Já María de Villota andou com um Renault R29 da Lotus em 2011, e foi anunciada como pilota reserva da Marussia em 2012. No mesmo ano, sofreu um grave acidente durante um teste em um aeroporto, morrendo no ano seguinte por conta das lesões da batida.
 
Susie Wolff também chegou a comandar um carro da categoria. Em 2012, foi nomeada como pilota de desenvolvimento da Williams. Em 2014, participou de dois treinos livres e foi a primeira mulher a comandar um carro da F1 desde 1992, quando Giovanna Amati fez três classificações sem sucesso para GPs. Em 2015, continuou com o time, mas anunciou sua retirada ao final do ano. 
 

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