À frente de Ocon e até de Leclerc na França, Russell vê “melhor corrida com a Williams”

Em uma corrida sem abandonos, George Russell destacou o 12º lugar no GP da França conquistado no mérito, ressaltou. O piloto da Williams terminou à frente, por exemplo, de pilotos com carros bem mais fortes como Yuki Tsunoda, Esteban Ocon, Charles Leclerc e até mesmo a dupla da Alfa Romeo

Verstappen arrisca na estratégia e bate Hamilton: os melhores momentos do GP da França (GRANDE PRÊMIO com Reuters)

Envolto sobre muitas notícias sobre o futuro a partir da temporada 2022, George Russell deixou Paul Ricard com um grande sorriso. O prodígio britânico teve uma grande atuação no GP da França do último domingo (20) e cruzou a linha de chegada em 12º lugar. A colocação do piloto do carro #63 foi comemorada em razão de algumas importantes peculiaridades: a prova não registrou um abandono sequer, e Russell cruzou a linha de chegada depois de ter ultrapassado a AlphaTauri de Yuki Tsunoda nas voltas finais, além de terminar à frente de carros bem mais fortes como a Alpine de Esteban Ocon, a Ferrari de Charles Leclerc e até mesmo as Alfa Romeo de Antonio Giovinazzi e Kimi Räikkönen.

Russell, ainda, conseguiu colocar a Williams novamente à frente da Haas no Mundial de Construtores. Embora as duas equipes ainda estejam zeradas no campeonato em 2021, a escuderia britânica passou à frente da oponente norte-americana em razão do resultado conquistado por George, 12º, ter sido melhor que o 13º alcançado por Mick Schumacher no GP do Azerbaijão.

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GEORGE RUSSELL; GP DA FRANÇA;
George Russell fez grande corrida no GP da França (Foto: Williams)

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“Foi uma tarde muito boa. Algumas ultrapassagens, conseguimos terminar à frente de Ocon, dos carros da Alfa [Romeo], Tsunoda… Conseguimos passar Tsunoda na pista, e estou muito feliz com isso, para ser sincero”, comemorou o piloto, feliz por conseguir se colocar numa boa posição, considerando as deficiências da Williams e a força das equipes adversárias, em uma corrida em que todos terminaram.

“Estivemos lá por mérito, o carro estava rápido, a estratégia foi muito bem feita, então diria que essa é, provavelmente, nossa melhor corrida que fizemos junto com a Williams”, apontou.

Um dos grandes desafios citados por Russell foi em manter o pneu na janela correta de funcionamento ao mesmo tempo em que tentava gerenciar da melhor forma o desgaste dos pneus. Na sua visão, tal fator foi determinante para passar a AlphaTauri de Tsunoda quando restavam três voltas para a bandeirada.

“Era esse limite entre manter a temperatura, mas sem esfarelá-los. Se você acelerasse muito forte, tinha chance de granular os pneus. Se fosse muito lento, eles perderiam [performance] a janela. Então, é simplesmente equilibrar isso durante a corrida toda, mas fizemos muito bem e, como disse, felizes por ter conseguido fazer a manobra no fim”, declarou.

Entretanto, o jovem de 23 anos entende que a corrida não foi perfeita. Em autocrítica, Russell apontou o começo da prova, quando caiu para 18º e ficou só à frente dos carros da Haas, como o pior momento da corrida. Depois, conseguiu encaixar boa performance e galgou postos importantes para alcançar a posição que considerou o máximo do que era possível garantir.

“Foi uma pena essas voltas iniciais. Fiz uma largada muito ruim, me esforcei muito, mas não acho que mudou muita coisa. No fim das contas, acho que o 12º lugar foi nosso máximo, absolutamente. Foi uma pena que nada realmente aconteceu na frente porque 12º, no mérito para nós, é um resultado muito forte”, concluiu.

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