A reviravolta no mundo em 50 dias: como um campeão aposentado virou de cabeça para baixo a F1 (e Massa)

Quando Nico Rosberg se tornou campeão mundial, ninguém poderia imaginar o que se seguiu: o alemão decidiu que a conquista era o ponto final, e aí começava uma correria da melhor equipe da F1 atrás de um substituto. A odisseia prateada teve muitas implicações a mais do que apenas assinar com outro nome. Mudou o curso de carreiras — como a de Felipe Massa, por exemplo, que viu sua vida mudar em 50 dias

 

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Era 27 de novembro. Nico Rosberg precisava apenas não derreter em Abu Dhabi. Que terminasse a corrida sem vencer, não tinha o menor problema, mas ao menos não cometesse erros capitais para conquistar o título mais cobiçado do automobilismo pela primeira vez: um segundo ou terceiro lugar já faria o trabalho. Lewis Hamilton foi para o 'all-in', tentou a controversa 'Tática Villeneuve' desde o começo e colocou tudo a perigo. No final das contas, Rosberg, em segundo, olhava o retrovisor e via Max Verstappen e Sebastian Vettel se aproximando perigosamente. Mas se o alemão guiou como um campeão mundial pronto nas últimas etapas da temporada, não deixaria a peteca cair nos últimos metros. Chegou em segundo e saiu do carro em glória: depois de anos seguidos, derrotas frustrantes e muita subestimação era, enfim, o campeão mundial da F1.

 

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O abraço no pai, Keke, campeão mundial em 1982, veio só algumas horas após a corrida, quando o finlandês voou de Dubai para Abu Dhabi e foi encontrar o filho. Era claro que Nico estava esfuziante e não tinha onde esconder tanta alegria por ter enfim realizado um sonho de uma vida. Veja bem: Nico nasceu em 1985, quando o pai já era campeão. A vida inteira foi às voltas com o auge do automobilismo mundial, então Nico se via desde sempre — absolutamente sempre — em sua vida perseguindo este mesmo sonho.

 
O vídeo dos dias seguintes, agradecendo o pai e a mão com vídeos caseiros, daqueles que se fazia muito antes da era digital, com câmeras VHS filmando memórias de lazer de uma família. Nico, um moleque de não mais de 11 ou 12 anos de idade, começando a rodar com um kart. Como estava feliz por fazer o que sempre mais quis e por bater o adversário da vida toda. Lewis Hamilton e Nico competem um contra o outro desde crianças, guiando em karts da mesma equipe. Rosberg se transformou num ótimo piloto, mas Hamilton virou um extra-classe tricampeão mundial. Dois desses títulos diretamente em confrontos contra Rosberg, o que deixa uma ferida ainda mais exposta. No entanto, a redenção tinha sido alcançada.

Se a vida fosse passível de sofrer um 'pause' assim como os vídeos VHS da câmera da família Rosberg – e a pausássemos 50 dias, dificilmente alguém poderia entender como o campeão mundial estaria completamente fora do desenho 50 dias depois. A Terra realizou 50 deslocamentos completos em torno de si própria desde aquele 27 de novembro e chegou ao 16 de janeiro com Valtteri Bottas sendo arrancado de uma Williams com quem estava acertado para assumir o lugar do campeão. Isso, claro, após desbancar o pupilo da Mercedes, Pascal Wehrlein, mandado para a Sauber. E, por fim, Felipe Massa. Aposentado, realizara o que estava definida como a última corrida naquele mesmo 27 de novembro, os mesmos 50 dias atrás. Mas no espaço inesperado aberto pelo Tetris da F1, foi ele que recebeu o chamado para voltar sem nem ter ido.

Júlio Verne viveu e morreu sem conhecer a F1, mas as idas e vindas da 'silly season' patrocinada por Rosberg fazem os últimos 50 dias parecerem uma fanfic de 'A Volta ao Mundo em 80 Dias', que Verne publicou mais de 140 anos atrás, em 1873. Phileas Fogg de lado, a reviravolta ao mundo em 50 dias moveu carreiras inteiras e um frenesi que ficará marcado na história da categoria. O GRANDE PRÊMIO detalha viagem a viagem as voltas que o mundo deu. 

Nico Rosberg se tornou campeão do mundo na F1 (Foto: Mercedes)

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De Melbourne a Abu Dhabi – O novo campeão 

 
Em 2016, na tentativa número três desde que a Mercedes se tornou a toda poderosa da F1, insistia Nico Rosberg, um dos membros mais destacados do grid. E dessa vez, estava pronto para o ataque a Lewis Hamilton. Ele teria, de fato, que dar a volta ao mundo para enfim superar o companheiro e arquirrival. De Melbourne a Abu Dhabi, passaria pelo Sudeste Asiático, Oriente Médio, Europa Ocidental, Europa Oriental, América do Norte e América do Sul antes de voltar ao Oriente Médio na terra dos emirados.
 
Nico começou o ano determinado e voando em quanto Hamilton patinava. Ganhou as quatro primeiras corridas e tinha mais de 40 pontos de vantagem na liderança do campeonato após cinco das 21 corridas do calendário. O que poderia ser esperado era que a gigante viagem intercontinental rumo a tomar de assalto o mundo do automobilismo teria momentos de gangorra. Hamilton ganhou seis das sete corridas seguintes, assumindo a ponta e dando a impressão de que iria caminhar para mais uma conquista. Até Rosberg ganhar quatro das cinco seguintes e ostentar novamente uma liderança enorme. Daí em diante, Nico nem mais precisava ganhar corridas para ser campeão.
 
Assim, chegando a Abu Dhabi, o capítulo final, Rosberg sabia o que tinha de fazer: não se envolver em problemas e ser terceiro colocado. Só isso e estava bom. Hamilton tinha as artimanhas programadas e segurou o companheiro até o perigo chegar galopando. Mas Red Bull e Ferrari, tal qual duas maria-fumaças numa luta contra um trem-bala, não ia conseguir tirar o pirulito da mão de Nico. Ele foi campeão. Era uma possibilidade que, um ano atrás, depois de ser dominado por completo, aparecia como grande interrogação. Rosberg já tomara quase todos os feitos possíveis para não-campeões. O que faltava era apenas se tornar um campeão.
 
De novo patamar e alma lavada, a felicidade de Rosberg era evidente nas feições a cada foto, entrevista ou declaração que aparecia. Foi como se o sonho que Nico nasceu sonhando tivesse se materializado. Ele era, enfim, campeão mundial — e isso jamais pode ser tirado. 
 
Agora, na certa, era uma questão de mais preparação para superar o pai e mais outros tantos pilotos que ficaram com 'apenas' um título. Se conseguiu uma vez, ora, então por que não ele de novo? Afinal, o bicampeonato mundial estava mais perto no fim de 2016 do que o primeiro título parecia ao final de 2015.
Adeus, F1 (Foto: AFP)
De Abu Dhabi a Viena – O anúncio da aposentadoria
 
Aquele GP de Abu Dhabi que deu à F1 um novo campeão mundial foi em 27 de novembro. Apenas cinco dias depois, os maiores nomes e todos os campeões da temporada do automobilismo se juntaram em Viena, no luxuoso Palácio Hofburg, para a cerimônia de entrega de troféus da FIA. Absolutamente nenhuma pessoa que foi lá aquele dia esperava ouvir talvez a grande notícia do ano: Rosberg, o campeão do mundo no começo da semana, estava se aposentando das corridas com efeito imediato. 
 
Acontece que depois de se preparar a vida inteira para esse momento e passar 11 temporadas na F1, Nico concluiu que não queria mais dar tamanha parte da sua vida ao trabalho. Afinal, segundo ele, a entrega que teve para a preparação após ser derrotado de forma monumental em 2015 foi total. Nico é casado e tem uma filha. Vida de piloto à parte, entendeu que era hora de sair de cena em alta, já com o maior sonho de sua vida no bolso, para conseguir viver melhor com a família. 
 
E então, a percepção se transformou, assim como a importância do trabalho para Nico, um obcecado até conseguir ser campeão. As discussões de contrato, as metas do futuro como campeão, tudo pode ser interrompido. Rosberg não quer mais, deu seu adeus, encerrou de forma abrupta e surpreendente um contrato que iria até 2018 e deixou Toto Wolff e Niki Lauda conversando atônitos no banheiro do aeroporto de Stuttgart. Era hora de ir atrás de alguém que pudesse colocar seu número no lugar do retirado #6.
Ainda não, Nico (Foto: Red Bull Content Pool)
De Viena a Viry-Chatillôn – Procurando Hülkenberg
 
A partir daquele dia, a Mercedes sabia: estava correndo contra o relógio. O ano logo terminaria com o recesso de Natal, e janeiro traria testes e ajustes do novo carro, pouco tempo para buscar alguém que fosse digno de assumir o cockpit do campeão mundial. Especialmente porque, como destacou Lauda, todos os grandes pilotos estavam sob contrato. Era melhor começar rápido.
 
A primeira tentativa foi quase que instantânea. O jornal alemão 'Bild' apurou logo no dia seguinte que a Mercedes foi cordialmente consultar a Renault sobre Nico Hülkenberg. Há muito tempo visto como um grande talento, vencedor das 24 Horas de Le Mans e sem nunca ter tido a chance de guiar para uma equipe de ponta, além de ser alemão, Hülkenberg era um nome um tanto quanto óbvio. Se Rosberg tivesse dito adeus um mês antes, o xará Nico poderia ter a chance da vida. Mas a saída da Force India para ingressar na Renault estava sacramentada há tempos.
 
Como esperado para uma equipe de fábrica que foi péssima no retorno à F1 como escuderia, cabe aos franceses tentar desesperadamente dar um destino menos deprimente à marca Renault — e Hülkenberg foi contratado com isso em vista. Por pior que tenha sido o 2016 da Renault, é sempre mais difícil tirar um piloto de uma rival de fábrica. E Nico representou a primeira negativa.
Pascal Wehrlein (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

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De Viry-Chatillôn a Worndorf – De olho no favorito

 
Se Hülkenberg não estava disponível e certamente tirar Fernando Alonso e Sebastian Vettel de McLaren ou Ferrari, assim como um dos dois pilotos da Red Bull não seria exatamente plausível, talvez a Mercedes precisasse tomar a rota mais caseira. Há um ano, não parecia tão absurdo pedir Pascal Wehrlein assumindo um lugar no time principal no futuro próximo. Aos 21 anos, acabara de ser o mais jovem campeão da história do DTM e se mostrava o fruto de maior orgulho do ainda jovem programa de pilotos da Mercedes. Por que não ficar em casa e escolher um pupilo?
 
Wehrlein foi movido do DTM para a F1 em 2016, mandado para pegar cancha numa Manor que não era mais a fábrica de tristeza de outros anos, mas ainda era uma equipe de fim de fila. Marcou um ponto no GP da Áustria e, em dado momento, dava a impressão de que fazia um trabalho acima da média. Mas quando Esteban Ocon, outro produto da academia da Mercedes, entrou na equação e passou a ser mais bem visto, aí a percepção mudou. A vaga na Force India que parecia destinada a ele, sobrou para Ocon. Fora da Force India e da Manor, estava disponível e rapidamente se tornou um candidato lógico à vaga.
 
O que parece pegar no caso de Wehrlein é a questão pessoal. Na Force India, esse foi o motivo dado, que Ocon interagiu melhor durante os testes com a equipe anglo-indiana. Assim como Wolff destacou que colocar Wehrlein ao lado de Hamilton seria criar uma mistura explosiva. E Paddy Lowe, então ainda diretor-técnico da Mercedes, questionou se ele podia marcar pontos em todas as semanas, assim como Rosberg. A Mercedes deixava cada vez mais claro que Pascal era a segurança, mas que não queria colocá-lo sob as luzes da ribalta e apenas o faria se não conseguisse encontrar ninguém. Enquanto isso, colocou a negociação que tinha com a Sauber em pausa e travou o mercado da F1. 

O tempo de Pascal no holofote ainda pode chegar, mas ao segurá-lo como stand-by deixou evidente que o alemão ainda não está pronto.

Valtteri Bottas (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
De Worndorf a Monte Carlo  — A possível escolha
 
Pois era hora de fazer uma nova viagem. Sair de Worndorf onde vive Wehrlein, lá na Alemanha, e ir para o endereço favorito dos pilotos de carros de corrida: Mônaco. É lá que vive Valtteri Bottas, último piloto que guarda a memória da vida que Toto Wolff tinha antes de assumir a direção-executiva da Mercedes. Wolff é o responsável pela carreira de Valtteri e nunca negou a afeição e a fé que tem no finlandês. Mas Bottas tinha contrato novo assinado com a Williams, estava empregado, e era um negócio difícil. Desde logo foi colocado como um alvo, especialmente porque a Mercedes acreditava que podia convencer a Williams a liberá-lo.
 
Nunca, na verdade, pareceu ter uma grande fé em Bottas. Em mais de uma oportunidade, Wolff tratou do abundante mercado de pilotos de 2018. O escolhido para guiar ao lado de Hamilton em 2017, fosse qualquer um, podia muito bem servir de tapa-buraco para esperar um ano daqui. Bottas, com emprego garantido na Williams, trocaria o certo pelo incerto? Mesmo com a segurança em jogo, é difícil rejeitar o carro campeão mundial.
 
A Mercedes foi para a ofensiva. Ofereceu à Williams um desconto enorme no fornecimento de motores — algo em torno de € 10 milhões (cerca de R$ 35,7 milhões), o que representa aproximadamente 50% do total, segundo a rede de TV inglesa BBC. A Williams deu uma negativa, mas não encerrou a negociação. O que os dias foram evidenciando era algo muito mais sério: o diretor-técnico Paddy Lowe estava trocando Mercedes por Williams e, segundo a revista alemã 'Auto Motor und Sport', como parte da negociação para Bottas ir a Brackley. No final do ano, o anúncio de Bottas parecia apenas uma questão de tempo, o que ainda ganhou força com uma visita à fábrica das Flechas Prateadas na semana do Natal, segundo o site norte-americano 'Motorsport.com'.
BRUNO SENNA FALA DA CARREIRA, DO FUTURO E DA VOLTA DE MASSA

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De Monte Carlo a São Paulo – Férias frustradas

 
Fade-in – É 13 de novembro, GP do Brasil. Felipe Massa anunciara em 1º de setembro, na quinta-feira do GP da Itália, que se aposentaria no fim do ano e , por conseguinte, seria essa a sua última corrida em casa. Num GP caótico por conta da forte chuva em São Paulo, Massa não tardou a ser um dos muitos pilotos com problemas terminais. O que aconteceu nos momentos seguintes foi memorável. O adeus do público, a reverência de Ferrari, Williams, Mercedes e quem mais por ali aparecesse deixou claro a marca que Felipe estampou em sua década e meia na F1. Duas semanas depois, as últimas voltas antes de ir embora no crepúsculo. Fade-out.
 
Em meados de dezembro, o papo já era que Massa estava sendo recrutado para vir salvar a Williams, que ficaria órfã de Bottas. Em 17 de dezembro, o GRANDE PRÊMIO publicou alguns termos do acordo que Grove ofereceu para Felipe, que estava ainda saindo de férias: era um contrato com duração de um ano, valendo € 6 milhões — cerca de R$ 21 milhões. Outro motivo que fez a Williams ir atrás de Massa foi a idade. Sem Bottas e com Lance Stroll tendo apenas 18 anos de idade, a Williams precisava alguém que pudesse expor a marca da patrocinadora-máster da equipe, a Martini. No Reino Unido, apenas pessoas com ao menos 25 anos podem aparecer publicamente expondo marcas de bebidas alcoólicas.
 
Em 20 de dezembro, novamente o GP pôde confirmar: Massa tinha assinado o contrato. Havia, porém, uma cláusula que ainda impedia a Williams de ir adiante com a confirmação: o acordo seria naturalmente desfeito caso Bottas não deixasse Grove para rumar a Brackley. Então, daí em diante, era uma questão de esperar. A Mercedes fechou as operações e disse que só retornaria a dar notícias em 3 de janeiro.
Pouco antes do anúncio oficial, vazou foto de Bottas na Mercedes (Foto: Divulgação/Twitter)

De São Paulo a Brackley, com escala em Hinwil e Grove — Os anúncios coordenados

 
O dia 3 de janeiro chegou e passou, assim como a semana seguinte. O jornal espanhol 'AS', no último dia 10, afirmou que o anúncio estava guardado para 23 de janeiro — apenas um mês antes do lançamento do carro da Mercedes para 2017. Mas as primeiras horas deste 16/1, 50 dias exatos após o desfecho do campeonato mundial, viu a primeira pedra do 'Efeito Rosberg' desabar: em Hinwil, na Suíça, a Sauber confirmou Wehrlein. Era a deixa. A Mercedes foi ao Twitter divulgar um quebra-cabeça com a primeira peça, Pascal, resolvida, e um nariz apontando quem era o próximo. Estava claro: era Massa.
 
 
Como as confirmações estavam feitas e estava muito claro quais eram as decisões, a Mercedes começou a fazer piada com Bottas mesmo antes do anúncio oficial e fotos do finlandês estavam vazando adoidadas. Logo a oficialização chegou. Valtteri vai assumir o ex-carro #6 – agora #77. Com um contrato de um ano que contém opção de renovação para mais temporadas, vai tentar provar em 2017 que a Mercedes pode confiar nele e que não precisa caçar Alonso ou Vettel no fim do ano. É uma tarefa árdua.
 
Os anúncios coordenados tiveram, claro, a Mercedes por trás como comandante. Tanto que Wolff agradeceu Sauber e Williams pela paciência para fazer seus respectivos anúncios. O mundo da F1 foi colocado de pernas para o ar nos últimos 50 dias. Júlio Verne ficaria orgulhoso.

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