Alegando questões de segurança, FIA rejeita ideia da Red Bull de não limitar fluxo de combustível na F1

Alegando questões de segurança, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) rejeitou a ideia da Red Bull de não limitar o fluxo de combustível na F1

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As imagens da sexta-feira da F1 na Malásia
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A polêmica do fluxômetro na F1 segue a todo vapor. Nesta sexta-feira (28), Fabrice Lom, chefe de motores da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), descartou a ideia da Red Bull de não limitar fluxo de combustível nos motores da categoria. 
 
Em Sepang, onde acontece o GP da Malásia deste fim de semana, Christian Horner, chefe do time dos energéticos, sugeriu que a entidade apenas limitasse a quantidade de combustível por corrida, mas sem impor um fluxo.
Polêmica com fluxômetro começou no GP da Austrália (Foto: Getty Images)
“Nós precisamos de um jeito melhor de medir e monitorar o combustível – ou se livrar disso completamente e dizer: você tem 100 kg, boa sorte”, defendeu Horner. “Isso seria o mais fácil para a FIA e para os times, pois a restrição ao fluxo de combustível seria só na classificação, já que você não poderia atingir rotações estúpidas na corrida, pois você tem aquela limitação de combustível.”
 
Lom, por outro lado, acredita que a falta de uma determinação sobre o fluxo de combustível aumentaria o risco das corridas.
 
“Engenheiros são engenheiros, então se você tem 100 kg para a corrida, você tenta ser o mais rápido para a corrida”, comentou. “Se você não tem um limite no fluxo de combustível, a coisa mais rápida a se fazer é um grande impulso no início da reta e aí reduzir”, explicou. 
 
“Aí teria uma enorme e muito perigosa diferença de velocidade em uma mesma volta, com um estilo de pilotagem que não é muito F1”, comentou. “Foi por isso também que colocamos um limite em Le Mans, pois nós estávamos realmente com medo deste tipo de pilotagem”, concluiu.

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