Alfa Romeo segue Audi e também participa de reunião organizada pela FIA para tratar de motores da F1 a partir de 2021

A Alfa Romeo foi outra das marcas convidadas pela FIA para participar da reunião realizada em Paris, nesta sexta-feira (31), e que tratou da nova geração de motores da F1 - que entrará em cena a partir de 2021. Além de Ferrari, Mercedes, Renault e Honda, sabe-se que Audi, Alfa Romeo e Ilmor estiveram presentes

 

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A reunião convocada pela FIA para discutir a geração de motores da F1 que será adotada a partir de 2021 aconteceu nesta sexta-feira (31), em Paris, e teve ainda mais convidados que aqueles divulgados durante a semana. A Alfa Romeo também sentou à mesa para se inteirar dos planos.

 

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O representante escolhido por Sergio Marchione, presidente do Grupo Fiat-Chrysler, para a Alfa Romeo foi Heinz-Harald Wester. Junto dele, sabe-se que Stefano Domenicali, pela Audi, Mario Illien, pela Ilmor, além de Renault, Mercedes, Ferrari e Honda estiveram no encontro.

 
Enquanto a presença da Audi não suscitou grandes questões sobre a intenção de a marca alemã entrar na F1, a questão é um pouco diferente com a Alfa Romeo. Isso porque Marchionne já afirmou múltiplas vezes que gostaria de colocar a tradicional marca italiana de volta no grid do Mundial. Inclusive a Toro Rosso quase ficou com motores Ferrari rebatizados pela Alfa Romeo na temporada 2016 e, depois, a Sauber chegou a considerar uma venda para a mítica marca.
 
Segundo a versão italiana do site norte-americano 'Motorsport.com', a reunião realizada na Praça da Concórdia concluiu que se livrar da tecnologia híbrida na F1 não é o caminho, mas realizar uma releitura do híbrido é a atitude correta. A intenção, pelo menos neste momento, é encontrar soluções para que a tecnologia usada na F1 passa ser utilizadas em carros de passeio.
A Alfa Romeo fez história na F1 (Foto: Reprodução)
Se atingido este objetivo, parte do orçamento para desenvolver os motores da próxima geração poderia ser assumido pelos departamentos de pesquisa e desenvolvimento, não apenas as divisões esportivas. É uma questão orçamentária também, para que a F1 seja mais barata e eficiente em relação à F1 atual.
 
Dessa forma fica claro que a F1 não pensa, ao menos por enquanto, em retornar aos motores aspirados.

 

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