Alonso diz que ponto perdido “não muda o dia”, mas promete recompensar mecânicos: “Têm trocado muitos motores”

Fernando Alonso ficou bem perto de marcar seu primeiro ponto do ano na F1. Mas uma nova quebra do motor Honda quando restavam duas voltas para o fim do GP do Canadá colocou tudo a perder. Não que seja algo para Alonso perder o sono, mas o piloto deixou claro que quer recompensar o esforço dos caras que “têm trocado muitos motores” na McLaren

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De uma forma ou de outra, Fernando Alonso foi um dos bons nomes deste GP do Canadá que marcou seu retorno à F1 depois de uma passagem de destaque nas 500 Milhas de Indianápolis. Na Indy, o espanhol pontuou mesmo depois do abandono restando poucas voltas para o desfecho da icônica prova. Na F1, faltou pouco. Onde só pontuam os dez primeiros de cada corrida, Alonso vinha justamente em décimo nas últimas voltas, mas voltou a sofrer seu martírio com o motor Honda. Uma nova quebra encerrou a chance de marcar o primeiro tento no Mundial em 2017.

 
Mas o espanhol, que já conquistou 1.832 pontos na sua carreira, entende que não faz tanta diferença assim, ao menos para ele, ter somado ou não outro ponto neste fim de semana. Mas, de alguma forma, o piloto deixou claro que quer recompensar o esforço feito pelos mecânicos da McLaren, sobretudo os responsáveis por um trabalho que vem sendo repetitivo: as inúmeras trocas de motor.
 
“Depois de 16 anos, conseguir ou não um ponto não muda o dia, mas para a equipe, cedo ou tarde vai haver de pontuar. Os caras têm trocado muitos motores, então você faz tudo o que pode como forma de recompensá-los”, disse o espanhol de 35 anos em entrevista à imprensa espanhola pouco depois da corrida.
Fernando Alonso foi para a galera após abandonar GP do Canadá (Foto: Twitter/Reprodução)
Alonso se queixou também novamente do déficit de potência do motor Honda. Nos trechos mais rápidos, Fernando era facilmente ultrapassado pelos rivais. Em uma das disputas, o bicampeão do mundo foi superado com tranquilidade pelo novato Lance Stroll, que corre com Williams impulsionado por motor Mercedes e que conseguiu somar seus primeiros pontos. 
 
“A corrida já estava bem difícil por conta da falta de potência nas retas. Todos nos ultrapassavam com facilidade, a diferença entre os motores é muito grande e até perigosa. Não terminamos esta, vamos tentar na próxima”, disse, resignado.
 

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A expectativa de Alonso é que, com o motor quebrado em Montreal no fim da corrida, tenha de largar em último na próxima etapa da temporada, o GP do Azerbaijão, em duas semanas, uma vez que será inevitável uma nova troca de motor.

 
Ao comentar sobre a épica cena em que foi para a galera logo após ter abandonado a prova, Alonso disse que, em princípio, seu plano inicial não era estar nas arquibancadas. “Vi todos muito empolgados na arquibancada, aqui são muito fanáticos e tenho muitos torcedores. Então fui até eles para jogar as luvas, porque não conseguiria de longe… Na hora em que me vi no meio das pessoas, quase não me deixaram sair”, complementou, rindo.
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