Alonso prevê mercado agitado de pilotos “com muitas mudanças” para 2018 e reitera: “Só quero vencer”

Em entrevista à emissora britânica Sky Sports, Fernando Alonso voltou a dizer que está aberto a todas as possibilidades para a próxima temporada e se mostrou indiferente se a McLaren voltar a estabelecer união com a Mercedes. O bicampeão acredita em uma intensa ‘dança das cadeiras’ na F1 em 2018

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Junho está perto do fim e, com o verão europeu, se aproxima cada vez mais a definição sobre o futuro de Fernando Alonso na F1. O bicampeão mundial deixou claro que só vai definir onde vai correr nos próximos meses, com a decisão não passando de setembro. Até lá, muito certamente vai ser falado a respeito. E o próprio espanhol entende que não é só ele que pode mudar de ares em 2018. Alonso acredita em uma grande ‘dança das cadeiras’ e com muitas surpresas pela frente.

 
Alonso é apenas um dos pilotos com contrato vigente até o fim desta temporada. Quem também se encontra nesta situação é Valtteri Bottas, na Mercedes, além da dupla da Ferrari, formada por Sebastian Vettel e Kimi Räikkönen. Outro piloto com vínculo só até o fim de 2017 é Sergio Pérez, com a Force India. Romain Grosjean também tem contrato com a Haas até o término da atual temporada.
 
Exceções são Lewis Hamilton, que tem vínculo assinado com a Mercedes até 2018, bem como a dupla da Red Bull, composta por Max Verstappen e Daniel Ricciardo. Mas o próprio Hamilton não descartou a possibilidade até mesmo de se aposentar ao fim da temporada. De modo que muita coisa, como diz Alonso, pode mesmo acontecer nos próximos meses em termos de troca de pilotos entre as equipes do grid.
Fernando Alonso espera uma movimentada 'dança das cadeiras' em 2018. Mas só quer correr onde tiver chances de vencer (Foto: McLaren)
Quanto ao seu próprio futuro, Alonso quer manter os pés no chão e busca, acima de tudo, um carro em que seja novamente capaz de vencer corridas na F1, algo que não acontece desde o GP da Espanha de 2013, há mais de quatro anos.
 
“Não quero arriscar muito com nenhuma decisão. Quero estar mais ou menos seguro para onde quer que eu vá. Estou muito aberto a tudo”, reiterou o espanhol em entrevista à emissora britânica Sky Sports. “Vamos ver como vão ser os próximos meses para a McLaren, porque é a equipe para a qual corro agora, uma equipe pela qual corri nos últimos anos e onde empreendemos muito esforço para fazer crescer o projeto”, destacou o piloto.
 
Sobre o que espera para o ‘troca-troca’ de pilotos na próxima temporada, Alonso aguarda um mercado efervescente. “Há algumas movimentações lá fora. Sei que há mais movimentação do que todos nós provavelmente conhecemos. Achamos que algumas equipes já estão prontas para o ano que vem, mas não acho que esteja tudo 100% confirmado”, comentou.
 
“Acho que vamos ter muitas mudanças no ano que vem. Vou tentar manter a calma e tomar a melhor decisão”, acrescentou.
 

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Mas a decisão de Alonso sobre ficar ou não na McLaren não tem muita relação com a fornecedora de motor. Questionado se mudaria de ideia caso a equipe se divorcie da Honda e feche nova aliança com a Mercedes, o espanhol minimizou.

 
“Não mudaria muito. Tenho certeza de que a equipe explora qualquer possibilidade para tornar este carro competitivo. E, com sorte, a McLaren vai estar numa posição diferente no ano que vem. É o que todos nós queremos, mas, no meu casso, isso é independente do motor que eles tenham. Eu só quero vencer”, finalizou o bicampeão.
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