Alonso volta a falar da saída da Ferrari e lembra de temporada final caótica: “Me culpavam de tudo”

O anúncio da saída de Fernando Alonso da Ferrari faz quase dois anos, mas o bicampeão mundial ainda fala do que aconteceu. Sem ataques, Alonso falou à imprensa alemã que recebia o peso de toda a culpa do que dava errado da equipe em seu último ano

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A decisão de Fernando Alonso em 2014, de trocar a Ferrari pela McLaren, foi muito provavelmente a sua última na F1. A busca pelo tricampeonato mundial já dura mais de uma década e, segundo ele mesmo, não vai muito longe. Então, se era esse o caso, por que Alonso saiu da Ferrari para começar um projeto do zero com a McLaren Honda? Fernando já falou muito sobre suas motivações, mas dessa vez fez uma afirmação diferente: recebia a culpa de tudo no último ano em Maranello.

 
A entrevista de Alonso foi  concedida ao jornal alemão 'Kleine Zeitung'. Nela, o bicampeão mundial de F1 elogiou seus chefes na Ferrari pelos primeiros anos. Em 2014, porém, o então chefe da equipe, Stefano Domenicali, foi demitido durante a temporada e começaram a surgir boatos sobre a má relação de Alonso com o então presidente, Luca di Montezemolo
 
Fernando diz que toda a culpa do que dava errado era colocada nele. Ao fim do ano, nenhum dos três era parte da equipe. Alonso foi para a McLaren, Montezemolo pediu as contas e até o substituto de Domenicali na chefia, Marco Mattiacci, havia sido dispensado
A cara de culpado de Fernando Alonso (Foto: Getty Images)
"Quando cheguei à Ferrari, Montezemolo era o presidente e Domenicali era o diretor-esportivo. Era um grupo muito bom de pessoas. Mas especialmente no meu último ano eu tive a sensação de muitas mudanças e a sensação de que não era mais o meu lugar. Também aconteceram coisas estranhas: me culpavam de tudo. Por exemplo da a suspensão dianteira que não funcionava bem", disse.
 
Alonso sempre defendeu que saiu da Ferrari por achar que havia atingido o máximo que dava por lá: o vice-campeonato. E que pararia de patinar se ficasse em Maranello. "Já fui vice-campeão com a Ferrari três vezes e não quero ser uma quarta".
 
"Naquele momento senti que só podíamos brigar por um segundo lugar. Tinha a sensação de que já não poderíamos ganhar – a Mercedes era simplesmente forte demais", seguiu.
 
"Sabia que meu ponto de partida com a McLaren era significativamente menor, mas sabia que estavam muito motivados e avançariam rapidamente. Na Ferrari nós começávamos com um progresso de 95%, mas ficávamos nestes 95%", avaliou.
 
A McLaren, de fato, sofreu uma melhora considerável do primeiro ano de Alonso, 2015, para este. Mas ainda é bom o bastante apenas para ser a sexta força do grid. Com as novas regras de 2017, a expectativa é que isso mude. Se trata também da última temporada do contrato entre o asturiano e a equipe de Woking. 
 
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