Após cobrar posicionamento, presidente da Lombardia diz que Ferrari está disposta a ajudar Monza permanecer na F1

Após cobrar pressão da Ferrari, presidente da Lombardia diz que escuderia italiana está disposta a colaborar para que Monza permaneça no calendário da F1

A negociação já dura meses, mas os responsáveis pelo circuito de Monza e Bernie Ecclestone ainda não chegaram a um denominador comum no que diz respeito à taxa que deve ser paga para receber uma etapa da F1.
 
Com o futuro do GP da Itália ameaçado, surgiu a proposta de um revezamento com Ímola, mas o poder público da região de Monza entrou em ação para garantir a realização da prova.
Monza é uma das provas mais tradicionais da F1 (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)
 Roberto Maroni, presidente da região da Lombardia, que é composta pelas províncias de Bérgamo, Bréscia, Como, Cremona, Lecco, Lodi, Mântua, Monza e Brianza, Milão, Pavia e Sondrio, prometeu “ir para guerra” com Ecclestone para assegurar o futuro de Monza e cobrou o apoio da Ferrari.
 
“O caminho certo é pressionar, envolver a opinião pública, o governo da Itália e a Ferrari”, defendeu Maroni. “Então eu gostaria que a Ferrari dissesse: ‘Se não tiver mais um GP em Monza, a Ferrari não vai mais participar da F1’”, continuou.
 
Maroni encontrou com o presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, na segunda-feira (29) durante a abertura do Museu Alfa Romeo e saiu do encontro confiante no apoio da esquadra de Maranello.
 
“Pedi ao Marchionne que apoiasse a nossa iniciativa e ele me disse que vai fazer o que quer que precise ser feito, como Ferrari, para garantir o GP em Monza”, disse Maroni ao jornal italiano ‘La Gazzetta dello Sport’. “Estou muito satisfeito e agora nós vamos continuar com a nossa batalha para garantir que a corrida continue, porque não pode haver F1 sem Monza”, concluiu.

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