Após drama e recorde negativo no GP da Rússia, pilotos preveem outra corrida com poucas ultrapassagens na Espanha

Mesmo com a ampliação da zona de uso do DRS - a asa móvel traseira - em Barcelona, os pilotos da F1 entendem que o GP da Espanha vai continuar a ter poucas ultrapassagens neste domingo. “Vai ser bem difícil ultrapassar aqui. Bem difícil, mesmo”, comentou Felipe Massa, o nono colocado do grid

 

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O GP da Rússia entrou para a história da F1 por um motivo, no mínimo, estranho: o número de ultrapassagens. Entre a segunda volta e o fim da corrida, apenas uma manobra foi registrada na pista – Pascal Wehrlein passou Marcus Ericsson, obedecendo a uma ordem de equipe da Sauber. 

 
O marasmo nas disputas por posição em Sochi colocou, de novo, o assunto em debate. Afinal, em 2016 foram 29 manobras no circuito russo. O renovado regulamento da F1 é apontado como principal culpado pela escassez de ultrapassagens: carros maiores, mais largos, maior pressão aerodinâmica e menor desgaste de pneus são fatores que contribuem. 
 
E, em uma pista como a do Circuito da Catalunha, a situação fica ainda mais complicada.  O GP da Espanha é tradicionalmente marcado pela falta de ultrapassagens por uma série de motivos, entre eles o desenho da pista, com curvas rápidas e poucos pontos de freada mais forte, e o fato de as equipes conhecerem muito bem as características do circuito, o que reduz as possibilidades de falhas. 
FIA quer aumentar o número de ultrapassagens na Espanha (Foto: Beto Issa)

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“Vai ser bem difícil ultrapassar aqui. Bem difícil, mesmo”, comentou Felipe Massa, na quinta-feira, em conversa com o GRANDE PRÊMIO antes do início das atividades em Barcelona. O canadense Lance Stroll fez coro com o companheiro de Williams: “As condições da pista tornam as manobras mais complicadas, espero que possa ser melhor que na Rússia”, acrescentou. 

 
A falta de ultrapassagens prevista pelos pilotos aumenta a importância de uma boa posição no grid de largada. “Será fundamental fazer uma boa classificação aqui, porque na corrida teremos dificuldades”, comentou o mexicano Sergio Pérez, da Force India. Para aumentar as chances dos pilotos – e a emoção do evento – a área de uso do DRS, o dispositivo de asa-móvel que aumenta as chances de manobra para um carro que está atrás de um rival, foi aumentada em 100 metros
 
A ideia é que o fim da reta dos boxes se transforme em um ponto mais frequente de trocas de posições. Mas, aí, outro problema pode aparecer. “Andar atrás de um carro é ruim porque ficamos instáveis, e no fim da reta tem muito vento, o que pode atrapalhar”, explicou o francês Esteban Ocon, companheiro de Pérez. 
 
Na luta pela vitória, a posição de largada fica ainda mais importante – quase um pré-requisito para o topo do pódio. Em 26 GPs disputados o circuito, 23 vezes os vencedor saiu da primeira fila, 19 delas da pole. Apenas Michael Schumacher (terceiro no grid em 1996), Fernando Alonso (quinto em 2013) e Max Verstappen (quarto no ano passado) conseguiram romper a barreira quase intransponível. 
 

O GRANDE PRÊMIO está em Barcelona e acompanha tudo que acontece na quinta etapa do campeonato da F1 com o repórter Thiago Arantes. Acompanhe todas as atividades AO VIVO e em TEMPO REAL

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