Após reunião com FIA, F1 decide aumentar limite do combustível para 2019 e define configuração de motor de 2021

Uma das decisões mais importantes desde a chegada do Liberty Media à chefia da F1 foi tomada na tarde desta terça-feira (17). O Grupo de Estratégia e a Comissão da F1 definiram como será a configuração da próxima geração de motores do Mundial, que entra em vigor na temporada 2021. Mudanças já para a temporada 2019 também foram anunciadas no embalo

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A FIA e a F1 estiveram reunidas nesta terça-feira (17) na sede da entidade máxima do automobilismo em Paris para ver o que será da principal categoria do mundo. E depois de uma reunião em que tiveram "discussões positivas e construtivas", o Grupo de Estratégia e a Comissão da F1 definiram alguns pontos já para 2019 e como será o motor a partir de 2021.

 
Com a presença de Jean Todt — presidente da FIA — e Chase Carey — chefão da F1 e líder do Liberty Media —, três pontos serão modificados para o ano que vem:
 
1) o peso do combustível mínimo do carro durante uma corrida sobe de 105 para 110 "a fim de permitir que se use o motor em potência máxima o tempo todo";
 
2) o peso do carro será separado do peso do piloto;
 
3) todos os pilotos vão ter de usar luvas biométricas "para aumentar a segurança e facilitar o resgate médico".
Vettel lidera após largada do GP da China (Foto: AFP)

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Depois, a FIA passou a falar dos propulsores de 2021. Sem dar detalhes, a federação e a categoria concordaram em manter a capacidade em 1,6 L, V6 e o turbo híbrido, mas resolveram eliminar o MGU-H, o sistema de recuperação de energia.

Com esta resolução, o Departamento Técnico da entidade vai marcar uma reunião com as montadoras atuais — Mercedes, Ferrari, Renault e Honda — e potenciais interessadas — como a Aston Martin — para "discutir os detalhes, com vista a concluir o regulamento de 2021 até o fim de maio".
 
O comunicado da FIA não faz menção sobre um problema crônico que voltou a atormentar a F1 neste ano: a falta de ultrapassagens. Comissão, Grupo Técnico e de Estratégia tentam uma solução para o ano que vem, mas há resistência por parte de algumas equipes porque entendem que esteja muito tarde para modificações aerodinâmicas. No entanto, Ross Brawn trata o assunto com prioridade, e novos encontros devem acontecer para tentar uma solução.
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