Aston Martin põe Newey como peça fundamental em parceria com Honda em 2026
Chefe da Aston Martin, Andy Cowell admitiu otimismo com a união com a Honda no próximo ano e crê que Adrian Newey será peça fundamental para a parceria funcionar
A Aston Martin deixará de ser cliente de motores da Mercedes e será a única com a unidade de potência da Honda na temporada 2026 da Fórmula 1. Andy Cowell, chefe da equipe, admitiu otimismo com a união e disse que o desenvolvimento do motor de 2026 está indo muito bem. O britânico também acredita que a relação de Adrian Newey com a montadora japonesa será fundamental para a parceria.
A Honda encerrará a parceria com a Red Bull ao fim da temporada atual. Juntos desde 2019, conquistaram dois títulos nos Construtores e quatro no Mundial de Pilotos, todos com Max Verstappen.
A Aston Martin também conta com Newey, o ‘mago da aerodinâmica’ trabalhando no carro de 2026 desde que chegou à equipe, no início do ano. O projetista trabalhou ao lado da Honda durante o período vencedor da parceria com a Red Bull, o que deixa Cowell ainda mais confiante para a próxima temporada.
Logo após o GP de Singapura, o chefe da Aston Martin embarcou em um avião para Sakura. O objetivo era passar alguns dias com o pessoal da montadora japonesa e discutir o estado atual do projeto. Ele ainda não revelou as conclusões, mas o clima é claramente otimista.

“Sim, a Honda está indo muito bem”, iniciou Cowell. “É uma organização impulsionada pela engenharia, assim como a Aston Martin. São inovadores, a paixão, o comprometimento e a coragem deles são enormes”, seguiu.
“É um momento emocionante para nós, que deixamos de ser uma equipe cliente, na qual tínhamos muito pouco a opinar sobre o que acontece na parte traseira do carro, para discutir como deve ser a parte dianteira da unidade de potência, como resfriá-la, como integrá-la à transmissão, como fazer tudo funcionar”, explicou.
“Acho que é aí que a chegada de Adrian em março se torna realmente útil. Ele tem experiência em trabalhar com a Honda, então já existe um entendimento natural sobre o que pode ser impulsionado e o que não pode. Então, sim, é um momento muito especial”, ressaltou.
“É um desafio apaixonante. Nenhum de nós pode mudar a data do primeiro teste nem a do primeiro GP. Todos estamos nos esforçando ao máximo para inovar e melhorar o desempenho. Mas todos sabemos que não dá para pontuar se não terminarmos a corrida, e temos de encontrar esse equilíbrio eterno”, reconheceu.

“Acho que serão corridas emocionantes em comparação aos anos anteriores. Será interessante ver como tudo vai se desenrolar, mas estamos definitivamente ansiosos por isso”, encerrou o chefe da Aston Martin.
A Fórmula 1 retorna neste fim de semana, de 17 a 19 de outubro, nos Estados Unidos, 19ª etapa da temporada 2025. O GRANDE PRÊMIO acompanha todas as atividades AO VIVO E EM TEMPO REAL, além de classificações, sprint e corrida em SEGUNDA TELA no YouTube, em parceria com a Voz do Esporte. O Briefing chega para analisar após o fim de cada dia de atividades nas redes sociais e na GPTV.
Além da cobertura tradicional, o GRANDE PRÊMIO estará IN LOCO em Austin para acompanhar todas as emoções da etapa com o repórter Leonid Kliuev.
GP dos Estados Unidos de F1: veja os horários em Brasil, Cabo Verde, Portugal, Angola e Moçambique:
| Sessão | BRA* | CBV | POR ANG | MOZ |
| Treino livre | 14:30 | 16:30 | 18:30 | 19:30 |
| Classificação sprint | 18:30 | 20:30 | 22:30 | 23:30 |
| Corrida sprint | 14:00 | 16:00 | 18:00 | 19:00 |
| Classificação | 18:00 | 20:00 | 22:00 | 23:00 |
| Corrida | 16:00 | 18:00 | 20:00 | 21:00 |
*Horário de Brasília
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