“Audi atrasada é indício de competitividade ilusória na F1 2026”, alerta Luana Marino

Muito se espera da mudança de regulamento da Fórmula 1 em 2026, mas a Audi já estar atrasada de seis a oito meses em seu projeto mostra que, no final das contas, a competitividade pode ser mais do mesmo

Há uma expectativa muito grande em torno da temporada 2026 da Fórmula 1, que é quando a categoria terá uma nova geração de motores, e seis fabricantes já fizeram suas inscrições: Além de Ferrari, Mercedes e Alpine, temos a Ford em parceria com a Red Bull, a volta da Honda e a Audi, e isso é muito positivo porque são montadoras de tradição no automobilismo e que podem trazer ao menos uma proximidade maior no grid em termos de competitividade, porque você parte do princípio que, teoricamente, todos começam do zero.

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Só que a notícia que saiu esta semana na imprensa italiana de que a Audi já se vê de seis a oito meses atrasada em relação às principais rivais é preocupante e dá indícios de que, inclusive, a gente pode ter uma competitividade ilusória na f1 em 2026. A marca alemã não está muito preocupada com isso, só que joga luz sobre a realidade: no final das contas, as fábricas que já estão envolvidas na competição vão levar vantagem. Confira a análise de Luana Marino.

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