Audi festeja paixão de Bortoleto e Hülkenberg: “Equipe campeã não acontece por mágica”
Jonathan Wheatley disse que o caminho da Audi rumo ao topo da F1 passa por "mentalidade, foco, resiliência e confiança", ressaltando que Nico Hülkenberg e Gabriel Bortoleto personificam tal espírito
Em contagem regressiva para estrear na Fórmula 1 em 2026, a Audi elogiou a dedicação de Gabriel Bortoleto e Nico Hülkenberg ao projeto. A meta, segundo o líder do projeto, Mattia Binotto, é brigar por títulos até 2030, mas o chefe da equipe, Jonathan Wheatley, salientou que equipes vencedoras “não são construídas por mágica”.
A Audi anunciou em 2022 que ingressaria à F1, adquirindo a estrutura da Sauber, projetando estrear como marca na categoria com o novo regulamento de 2026, quando carro e motor terão novas regras. Um dos principais motivos para a chegada da montadora alemã foi a unidade de potência com maior dependência da energia elétrica, que será responsável por 50% de todo conjunto.
Na última quinta-feira (12), o time revelou ao mundo a pintura conceitual dos carros, um modelo predominantemente cinza, com a traseira toda rubro-negra, mantendo as cores que utilizou ao longo dos anos no automobilismo.
No evento de lançamento, Binotto reforçou que a Audi “é o projeto mais empolgante do automobilismo, senão do esporte em geral”, ressaltando que “o objetivo é claro: lutar por campeonatos até 2030”.

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“Essa jornada requer tempo, as pessoas certas e uma mentalidade de melhoria contínua. A Fórmula 1 é um dos ambientes mais competitivos. Tornar-se campeão é uma jornada de progresso”, acrescentou o dirigente, lembrando que “erros acontecerão, mas aprender com eles é o que impulsiona a transformação”.
“É por isso que seguimos uma abordagem em três fases: iniciando como um desafiante, com a ambição de crescer, evoluindo para um competidor ao desafiar o status quo e alcançar os primeiros sucessos, e, finalmente, nos tornando campeões”, frisou.
Wheatley, que se juntou à equipe no início deste ano após longa trajetória de 18 anos como diretor-esportivo da Red Bull, afirmou ainda que “esta jornada não se resume ao destino, mas sim ao engajamento com as pessoas que tornam cada passo possível”.
“Trata-se de mentalidade, foco, resiliência e confiança, sem complacência. Equipes campeãs não são construídas por mágica — são construídas por pessoas que acreditam umas nas outras, no processo e no objetivo. Nossos pilotos, Nico e Gabi, personificam esse espírito. Eles trazem paixão e ambição e encaram cada volta como uma oportunidade de aprendizado e evolução”, encerrou Wheatley.
Após a passagem pelo Brasil, a Fórmula 1 só retorna no fim do mês, para mais uma edição do GP de Las Vegas. A antepenúltima etapa da temporada 2025 acontece entre os dias 21 e 23 de novembro, com cobertura completa do GRANDE PRÊMIO. Depois, restarão apenas as passagens por Catar e Abu Dhabi.
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