Autoridades francesas questionam uso de gás anestésico em assalto à mansão onde Button passava férias na França

Após o caso do assalto à mansão em que Jenson Button, a esposa Jessica Michibata e alguns amigos, veio à tona, novos fatos apareceram. Segundo policiais e médicos franceses, o uso de gases anestésicos para derrubar as vítimas é quase impossível de ter acontecido

O caso do assalto à mansão em que Jenson Button e sua esposa, Jessica Michibata, estavam hospedados acaba de ganhar um novo desdobramento. Nesta sexta-feira (7) a polícia francesa e médicos afirmaram que desconfiam que gases tenham sido usados para derrubar as vítimas enquanto os assaltantes agiam.
 
O atual piloto da McLaren, sua companheira e um grupo de amigos, estavam passando suas férias em Saint Tropez, no sul da França, quando tudo aconteceu. Segundo relatos, todos na casa foram ‘dopados’ com gás anestésico, que foi jogado no sistema de ventilação.

Jenson Button e Jessica Michibata (Foto: Getty Images)

Porém, Philippe Guemas, procurador-adjunto do caso, disse à estação de rádio “Europe1” que desconfia do uso do anestésico. “Em nosso conhecimento nunca houve um assalto assim em Saint Tropez, em que qualquer tipo de gás foi usado para derrubar as vítimas”, afirmou.
 
“Nada ainda foi confirmado. O piloto afirmou que não se sentiu bem no dia seguinte ao assalto. Recolhemos então algumas amostras de sangue para analisarmos e ver o que aconteceu”, completou.
 
O Dr. Liam Brenna, vice-presidente do Colégio Real dos Anestesistas, afirmou ao programa de TV inglês “Sky News” que a possibilidade de ter sido usado qualquer tipo de gás anestésico é quase nula, pela grande quantidade que teria de ser usada.
 
“Acreditamos ser bem difícil que agentes anestésicos tenham sido usados nas concentrações necessárias para causarem esse efeito. Óxido nitroso é uma anestesia que usamos, mas é muito fraco, e para deixar alguém desacordado é necessária uma quantidade extremamente alta. Seria simplesmente impossível”, explicou.

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