Bottas fecha terceiro dia de testes da F1 na frente, mas Vettel fica perto e mostra força da Ferrari em Barcelona. Stroll bate

O tempo que Valtteri Bottas registrou com ultramacios durante a manhã foi suficiente para seguir no topo da tabela durante a tarde. Mas o tempo de Sebastian Vettel com macios, apenas 0s2 mais lento, impressiona. Enquanto isso, Lance Stroll sofreu um acidente pelo segundo dia seguido

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Pela primeira vez na pré-temporada 2017, uma equipe liderou tanto a sessão matinal quanto a vespertina. Nesta quarta-feira (1º), a Mercedes controlou a tabela de tempos com Valtteri Bottas, que utilizou os pneus ultramacios e registrou 1min19s705. O finlandês nem andou de tarde, mas ficou com a ponta. Mesmo assim, o público ainda fica de olho na Ferrari: mesmo com o composto macio, Sebastian Vettel foi apenas 0s247 pior do que o finlandês, ficando em segundo na classificação.
 
O resultado é outro indicativo de uma possível disputa entre Mercedes e Ferrari por vitórias em 2017. Estas são as duas únicas equipes que lideraram nos testes, sempre sendo capazes de abrir vantagens consideráveis sobre os demais carros. Além disso, a dupla de ponteiras voltou a anotar o maior número de voltas do dia, sem quebras ou contratempos. Quer dizer, até os últimos instantes: com dez minutos para o fim, a Ferrari de Vettel quebrou. Mesmo assim, os italianos somaram 139 voltas. Os prateados conseguiram 169.
 
O terceiro lugar ficou com a Red Bull de Daniel Ricciardo, que usou macios e ficou com 1min21s153, 1s2 pior do que a Ferrari com o mesmo tipo de pneu. Além disso, os taurinos não chegaram nem perto da quilometragem alcançada por Mercedes e Ferrari.
 
Os dois pilotos da Renault – Jolyon Palmer andou de manhã, Nico Hülkenberg andou de tarde – completaram o top-5 com marcas pouco piores do que as da Red Bull, também utilizando pneus macios.
Valtteri Bottas e Sebastian Vettel (Foto: Twitter/XPB)
O turno da tarde teve duas bandeiras vermelhas, além da causada por Vettel no fim. Uma delas foi cortesia de Lance Stroll, que sofreu um acidente pelo segundo dia seguido. O canadense acelerou na saída da curva 5, perdeu controle da Williams FW40 e bateu na barreira de pneus. Mesmo assim, o #18 conseguiu bastante quilometragem ao completar 98 voltas. A outra paralisação foi causada por Carlos Sainz, que ficou atolado na brita por motivos ainda desconhecidos.
 
A McLaren, que teve dois dias tão sofridos em Barcelona, parece ter começado a se acertar no terceiro. Fernando Alonso conseguiu 72 voltas com o MCL32, algo inédito em 2017.
 
Com o encerramento do terceiro dia de atividades, resta apenas um na primeira semana da pré-temporada em Barcelona.

Saiba como foi a tarde do terceiro dia de testes da F1 em Barcelona

 
Ao contrário de vezes anteriores, a tarde do terceiro dia de testes da F1 começou com pouca ação. Foram necessários 15 minutos para que alguém saísse dos boxes.
 
Lewis Hamilton foi o primeiro na pista. E com tanque cheio, aparentemente: mesmo com pneus macios, o britânico ficou girando na casa dos 1min25s, pintando em último na tabela de tempos. Era muito pouco para a equipe que tinha liderado pela manhã, mas ninguém parecia preocupado.
 
Mais algum tempo e outras duas equipes abriram seus trabalhos: Renault e Toro Rosso, respectivamente com Nico Hülkenberg e Carlos Sainz foram para a pista. Eram duas escuderias com realidades distintas: os franceses conseguiram 50 voltas pela manhã, enquanto os italianos sequer anotaram tempo, precisando recuperar o terreno perdido.
Daniel Ricciardo ficou em terceiro com a Red Bull (Foto: Twitter/XPB)

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Quem também se preocupava com tempo perdido era a McLaren. Era um caso bem mais grave: os britânicos perderam a maior parte de dois dias de atividade por problemas no motor Honda. Na terceira jornada, as coisas pareciam mais tranquilas: Fernando Alonso conseguiu superar a marca de 30 voltas com facilidade e, com macios, era o nono na tabela de tempos.
 
Sebastian Vettel, por sua vez, focava em ganhar terreno com a Ferrari. Não que o 1min21s609 com pneus médios fosse ruim, mas os italianos queriam testar os pneus mais aderentes. E, com macios, o alemão seguiu chamando atenção: Sebastian foi apenas 0s867 pior do que o tempo de Bottas com ultramacios. Animador para os italianos.
 
E a animação só continuou. Meia hora depois, Vettel anotou um excelente 1min19s952, apenas 0s247 atrás do tempo de Bottas com ultramacios. Nesse ritmo, parecia claro que a Ferrari só não tomaria a liderança se não quisesse.
 
Enquanto um piloto da Mercedes liderava, outro só ganhava quilometragem na pista. Andando de tanque cheio e pneus macios, Hamilton seguia em último – mas com 32 voltas. O tricampeão ainda não conseguia marcar um tempo abaixo de 1min25s.
Sebastian Vettel (Foto: Twitter/F1)
Em termos de quilometragem, algumas equipes surgiam como gratas surpresas. A Williams, depois de um dia desperdiçado, acumulava mais de 90 giros com Lance Stroll, sexto com 1min22s351.  A Sauber, que pouco vinha apresentando, alcançou o mesmo número com Ericsson, quinto.
 
Mas chegou uma hora em que todas essas sequências de voltas foram interrompidas. Na marca de duas horas de treinos vespertinos, a Toro Rosso de Sainz acionou a bandeira vermelha. O STR12 estava atolado na brita da curva 4, em um incidente que poderia ter acontecido tanto por falha mecânica quanto por erro do piloto. O resgate foi rápido e, após dez minutos, a pista estava liberada novamente.
 
Estava liberada, mas por pouquíssimo tempo. Três minutos após a bandeira verde, Stroll bateu. O piloto da Williams perdeu a traseira na saída da curva 5, de baixa velocidade, e bateu contra o muro. Péssima notícia para alguém que já tinha prejudicado a Williams ao rodar no segundo dia de testes. Mais 12 minutos de bandeira vermelha.
Lance Stroll bateu na barreira de pneus de Barcelona (Foto: Reprodução/Twitter)

Com bandeira verde, as equipes começaram a correr para aproveitar o resto do tempo livre. Hamilton voltou à pista para anotar voltas com pneus médios. Vettel seguiu com macios, anotando tempos de volta bastante competitivos.

Como de costume, a última hora do treino não parecia reservar grandes emoções. Os pilotos que estavam na pista – Hamilton, Alonso, Grosjean e Ricciardo – só acumulavam quilometragem, andando com pneus gastos e tanque mais cheio. A única real alteração na tabela de tempos foi a subida de Lewis do último para o sexto lugar com pneus macios.

O que prometia ser um final de teste tranquilo tomou outro rumo com dez minutos para o fim. Vettel surgiu se arrastando na reta principal, estacionou e trouxe a bandeira vermelha. A atividade recomeçou faltando cinco minutos, mas já não havia tempo para mais nada.

F1, testes coletivos, Barcelona, dia 3:

1 77 VALTTERI BOTTAS FIN MERCEDES 1:19.705   75
2 5 SEBASTIAN VETTEL ALE FERRARI 1:19.952 +0.247 139
3 3 DANIEL RICCIARDO AUS RED BULL TAG HEUER 1:21.153 +1.448 68
4 30 JOLYON PALMER ING RENAULT 1:21.396 +1.691 51
5 27 NICO HÜLKENBERG ALE RENAULT 1:21.791 +2.086 42
6 9 MARCUS ERICSSON SUE SAUBER FERRARI 1:21.824 +2.119 122
7 8 ROMAIN GROSJEAN FRA HAAS FERRARI 1:22.118 +2.413 94
8 44 LEWIS HAMILTON ING MERCEDES 1:22.175 +2.470 53
9 18 LANCE STROLL CAN WILLIAMS MERCEDES 1:22.351 +2.646 98
10 14 FERNANDO ALONSO ESP McLAREN HONDA 1:22.598 +2.893 72
11 55 CARLOS SAINZ JR ESP TORO ROSSO RENAULT 1:23.540 +3.835 32
12 34 ALFONSO CELIS JR. MEX FORCE INDIA MERCEDES 1:23.568 +3.863 66
13 26 DANIIL KVYAT RUS TORO ROSSO RENAULT 1:23.952 +4.247 31

Os pneus são…

ultramacios | supermacios | macios | médios | duros
 

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