Brawn busca reduzir abismo técnico entre equipes para que F1 possa ter ‘um Leicester City’ no futuro

Diretor-geral e esportivo da F1, Ross Brawn tem como missão reduzir a diferença de performance entre as equipes pequenas, médias e as de ponta. O sonho do inglês é proporcionar no Mundial uma campanha semelhante a feita pelo Leicester City na Premier League

 

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Ross Brawn tem pela frente o trabalho de melhorar a F1 do ponto de vista esportivo e afirmou que o cenário de sonho para a maior das categorias é conseguir alcançar um nível de competitividade em que as equipes pequenas possam desafiar as maiores, repetindo a campanha surpreendente e extraordinária do pequeno Leicester City – time de futebol inglês que levou a Premier League na temporada passada. 

 
Dono de um currículo vitorioso na F1, que incluiu um título mundial com a própria equipe, o engenheiro inglês foi nomeado pelo Liberty Media – o conglomerado norte-americano que adquiriu o Mundial – como responsável pela parte esportiva. Depois de dizer que a ideia é simplificar o campeonato, Brawn também quer colocar em prática um plano para salvar e proporcionar estabilidade aos times de menor orçamento do grid.
 
“Nós conhecemos bem a analogia do Leicester City. Seria o ideal para a F1 ter uma boa equipe em um grande ano com um grande piloto conquistando o campeonato. Mas, no momento, isso realmente não é possível”, afirmou o britânico em entrevista à emissora BBC.
Ross Brawn quer reduzir diferença de desempenho entre as equipes da F1 (Foto: Mercedes)

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“O nível de recursos que as equipes do topo usam atualmente produziu essa enorme diferença de desempenho”, completou Brawn.

 
“No meu entendimento, às vezes, temos algumas circunstâncias um pouco estranhas que permitem a uma equipe do fundo do grid vencer, mas, no momento, o que temos é: apenas dois ou três times tem condições de vencer, então precisamos melhorar isso”, admitiu o inglês.
 
Para o novo dirigente, a tecnologia pode ser também uma grande vilã. “Precisamos reduzir o escopo da tecnologia, porque uma grande diferença entre as equipes maiores e menores. Precisamos pensar em soluções, eu já tenho algumas ideias, mas agora não posso compartilhá-las, acho que poderemos colocá-las em prática em 2018 e 2019”, finalizou o ex-diretor de Mercedes e Ferrari.
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