Sainz vê GP da Austrália como “oportunidade perdida” de construir relação com engenheiro

Depois de o GP da Austrália ficar marcado por polêmicas nas conversas entre pilotos e engenheiros, Carlos Sainz Jr. avaliou que perdeu a chance de construir a relação com Gaëtan Jego

Carlos Sainz não viu com estranheza o diálogo tenso via rádio entre Lewis Hamilton e Riccardo Adami no GP da Austrália. O espanhol, aliás, considera que a prova em Melbourne foi uma “oportunidade perdida” para que ele próprio pudesse construir a relação com Gaëtan Jego.

Sainz estreou com a Williams em Melbourne, mas a corrida logo virou uma decepção, já que, ainda na primeira volta, o ex-Ferrari bateu na última curva rodando atrás do safety-car, abandonando a disputa.

Por conta das condições mistas na pista australiana, o GP de abertura do campeonato 2025 ficou marcado por decisões estratégicas difíceis e, por isso, alguns atritos entre pilotos e engenheiros.

Hamilton, por exemplo, acabou se irritando por Adami passar alguns comandos à disposição no volante, especialmente quando a chuva começou a cair com mais força em Melbourne. O inglês, então, pediu diversas vezes para o engenheiro deixá-lo sozinho no comando.

Carlos Sainz avaliou que o GP da Austrália foi uma chance perdida para criar laços com o novo engenheiro (Foto: Williams)

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Questionado se já viveu uma situação parecida com a de Hamilton com o próprio engenheiro, Sainz respondeu: “Não, não, é a mesma coisa”.

“É exatamente a mesma coisa. A única diferença é que, infelizmente para mim, não tive uma corrida tão exigente do lado da comunicação na Austrália, e foi uma oportunidade perdida de construir algo assim com o meu engenheiro”, lamentou.

Carlos disse, porém, que a Williams planeja simular a corrida de Melbourne na fábrica para tentar impulsionar a relação dos dois.

“Em algum momento, vamos repassar isso na fábrica, essa corrida, como se eu estivesse correndo, só para garantir que a gente realmente tenha a experiência daquela corrida”, contou. “Perdemos uma chance incrível de construir em cima disso. [Mas] ainda faltam 23 [corridas], então não é como se não tivesse muitas outras pela frente”, seguiu.

“É aquela corrida em que você tem uma enorme curva de aprendizado, provavelmente como Lewis e Ricci”, comentou. “Eles vão aprender muito com isso e seguir avançando”, encerrou.

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