Sainz lembra primeira ligação da Ferrari e diz que tentou “não acreditar muito”

Então piloto da McLaren, Sainz contou que tentava não acreditar que possibilidade de transferência para Ferrari era real

Carlos Sainz fez o melhor ano dele na Fórmula 1 até aquele momento na temporada 2019, na estreia pela McLaren, e entrou em 2020 sabendo que se tratava de um campeonato crucial para o time inglês. A cabeça estava ali. A questão, porém, é que antes do começo da temporada, a Ferrari chamou. Sainz nem mesmo queria acreditar no que estava acontecendo.

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O espanhol tinha apenas mais um ano de contrato com a McLaren, mas mesmo assim não estava no radar receber a ligação ferrarista antes mesmo de começar o campeonato de 2020, atrasado por conta da pandemia do novo coronavírus. A partir do momento em que a Ferrari confirmou que não renovaria com Sebastian Vettel, as coisas se moveram rapidamente. Sainz foi confirmado dois dias depois.

Ainda que a história tenha se desenrolado assim, ele não queria dar muita bola no começo. O problema era que não tinha como se distrair.

Sainz se juntou a Leclerc e Binotto em Maranello (Foto: Ferrari)

“A primeira vez nos falamos, dá para imaginar, você entra naquilo tentando não acreditar muito. [Você pensa] que estão falando com todos os pilotos, então tentei permanecer relaxado e focado no presente. Mas, durante o lockdown, não havia nada para fazer. Não tinha muita coisa para pensar, então comecei a ficar interessado e acreditar”, contou à revista inglesa Autosport.

“De repente, tudo começou a acontecer muito rapidamente durante aquele período”, lembrou.

Uma vez que a temporada finalmente começou, na Áustria, no começo de julho, as perguntas sobre a Ferrari viriam naturalmente em peso, ainda que o foco precisasse ser na McLaren. Segundo o piloto, a ajuda da equipe inglesa fez com que tudo ficasse bem.

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“Quando você assina o contrato com a Ferrari, sabe o que está vindo e toda a atenção da mídia. Foi no meio do lockdown, e eu sabia que, quando chegasse à Áustria, muitas perguntas seriam feitas. É um período em que você sabe que a atenção virá, especialmente na Espanha. Não creio que muita gente na Espanha achava que Carlos Sainz seria parte da Ferrari há um ou dois anos”, falou.

“Mas passou rapidamente. Conseguimos, juntamente à McLaren, nos certificar que não havia muita história se desenvolvendo. Pudemos ficar no presente. Não queríamos que as histórias ficassem sendo geradas, queríamos focar no ano muito importante que tínhamos. Acho que funcionou bem”, seguiu.

“A relação com a McLaren tem sido muito aberta e relaxada, então nunca me senti pressionado, com algum peso grande nos meus ombros”, finalizou.

A estreia de Sainz pela Ferrari está marcada para o GP do Bahrein, no dia 28 de março.

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