CEO da Fórmula 1 espera “corridas mais próximas e emocionantes” a partir de 2026

A Fórmula 1 mostrou o projeto do novo regulamento, que entra em vigor na temporada 2026. Stefano Domenicali, diretor-executivo da categoria, celebrou o desenvolvimento das novas ideias, especialmente do combustível mais sustentável

A Fórmula 1 apresentou, na manhã desta quinta-feira (6), o carro que vai fazer parte do próximo ciclo do esporte, a partir de 2026. Com menos peso e novas unidades de potência, a categoria ainda vai abolir o DRS, introduzido há mais de uma década para ajudar no aumento de ultrapassagens.

Em comunicado, Stefano Domenicali, diretor-esportivo da F1, comentou as mudanças que serão colocadas no grid a partir de 2026 e destacou o trabalho feito pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) para desenvolver a nova geração de bólidos.

“Esses regulamentos marcam um momento significativo no futuro do nosso esporte, pois esperamos ansiosamente por uma nova geração de carros e unidades de potência que visam proporcionar aos nossos fãs corridas mais próximas e emocionantes”, disse Domenicali.

“A nova unidade de potência com combustível sustentável apresenta uma grande oportunidade para a indústria automotiva global. Há o potencial de ser usado em carros por todo o mundo e cortar consideravelmente as emissões. O potencial é uma das principais razões para termos recorde de fornecedoras de motores na Fórmula 1 em 2026”, acrescentou.

As primeiras imagens do carro da F1 para a temporada 2026 (Foto: FIA)

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“Entramos nesse novo ciclo de regras com o esporte em uma posição mais forte do que nunca. Estou confiante de que o trabalho feito pela FIA para criar esse regulamento vai fortalecer a posição do esporte em todo o mundo”, finalizou.

A potência da parte endotérmica cai de 550-560 kW para 400 kW, enquanto o elemento bateria aumenta consideravelmente, passando de 120 kW para 350 kW, com aumento de quase 300% na energia elétrica. Além disso, a quantidade de energia que pode ser recuperada durante a travagem é duplicada, com uma energia recuperável total de 8,5 MJ por rotação.

Embora a entidade máxima do esporte tenha permitido a continuidade do conceito do efeito solo, os carros também terão outra concepção em 2026. Os modelos vão se tornar mais curtos, estreitos e mais leves. Os carros pesarão 768 kg (722 kg de peso entre carro e piloto + 46 kg como massa estimada do pneu) e serão, portanto, 30 kg mais leves que a atual geração de carros de F1, melhorando eficiência e capacidade de gerenciamento.

A partir de 2026, os carros vão contar com o MOM, ou Modo de Ultrapassagem Manual, que vai dar um ganho de potência para os carros quando estiverem próximos aos carros da frente e que substitui o DRS. Este, porém, também foi o único ponto do novo regulamento ainda não explicado pela entidade máxima do automobilismo.

O GRANDE PRÊMIO acompanha AO VIVO e EM TEMPO REAL todas as atividades do GP do Canadá de Fórmula 1 e transmite classificação e corrida em segunda tela, em parceria com a Voz do Esporte, na GPTV, o canal do GP no Youtube. Além disso, debate tudo que aconteceu na pista com o Briefing após classificação e corrida. Na sexta-feira (7), o TL1 está marcado para as 14h30 (de Brasília, GMT-3), enquanto o  TL2 encerra o dia às 18h. No sábado, o TL3 abre as atividades às 13h30, ao passo que a classificação está marcada para as 17h. Por fim, a largada está marcada para as 15h do domingo.

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