Chefão da F1, Ecclestone descarta aposentadoria nos próximos três anos e avisa: “Não sinto que vou morrer logo”

Bernie Ecclestone não quer saber de se aposentar e planeja seguir no comando da F1 quando já estiver com seus 90 anos. Nem mesmo a chegada da nova proprietária da categoria, o grupo Liberty Media, afasta do britânico a ideia de se retirar e descansar

 

Nem o tempo é capaz de fazer Bernie Ecclestone pensar na aposentadoria e se retirar do comando da F1. O dirigente máximo do esporte, aos 86 anos, tem como objetivo continuar ativo além dos próximos três anos, como o próprio havia determinado antes como prazo, permanecendo além do tempo previsto de trabalho junto à nova proprietária da categoria, o grupo Liberty Media.

 
Em entrevista ao site norte-americano ‘Motorsport.com’, Ecclestone avisa que três anos não é o tempo final do período em que vai continuar como chefe supremo do esporte, mas sim o tempo mínimo.
 
“Nós não sabemos, mas a questão dos três anos é um pouco absurda, então vamos ver o que vai acontecer. Eu me sinto muito bem, não sinto que vou morrer logo. Ainda que essas coisas aconteçam, isso não se planeja com frequência”, avisou o dirigente.
Bernie Ecclestone não quer saber de deixar o comando da F1 (Foto: Reprodução)
Dentre as atribuições de Bernie, está a gestão dos direitos comerciais da F1. Agora, o britânico trabalha junto a Chase Carey, homem-forte da Liberty Media na categoria, buscando formas de tornar o esporte mais atraente aos espectadores e melhorar os índices de audiência. 
 
Outra função de Ecclestone nos últimos meses é encontrar um lugar para Felipe Nasr correr. O dirigente não escondeu que deseja manter um brasileiro no grid da F1, sobretudo depois da aposentadoria de Felipe Massa, por considerar o país um mercado importante para o esporte. 
 
Nasr tem apenas duas opções para seguir no grid em 2017: ficar na Sauber, novamente tendo Marcus Ericsson como companheiro de equipe, ou então se transferir para a Manor, que ainda não definiu seus pilotos.
 
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