Chefão da McLaren destaca início de união com Mercedes: “Tudo que ouvi foi positivo”

A McLaren inicia a transição para substituir os motores Renault pelos da Mercedes em 2021. Mudança reedita parceria de 20 temporadas que resultou na conquista dos últimos três títulos da equipe de Woking

2021 marca um ano de mudanças na McLaren. Após três anos de parceria com a Renault, o time de Woking voltará a ter motores Mercedes na próxima temporada, reeditando o vínculo que marcou os últimos três títulos de pilotos da equipe.

Em entrevista ao site Motorsport Total, Zak Brown, atual presidente de operações da McLaren, deu os primeiros detalhes da cooperação da equipe com a Mercedes. A parceria anterior durou entre 1995 e 2014.

“Muitas pessoas nos dois lados trabalharam juntas para vencer campeonatos e corridas, então existem muitas semelhanças. Tudo que ouvi até aqui mostra o quão bem preparada é a Mercedes para trabalhar com clientes. A comunicação e o timing são uma máquina bem lubrificada”, declarou Zak.

Lando Norris é um dos pilotos da McLaren. (Foto: AFP)

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Para 2021, a McLaren manteve o jovem Lando Norris e assinou com o australiano Daniel Ricciardo para substituir Carlos Sainz, que está de saída para a Ferrari.

“Eu estou recebendo feedback da equipe técnica que a cooperação está caminhando bem, e eles estão felizes. Conforme projetamos o carro, nos comunicamos muito. E tudo que ouvi é positivo até agora”, afirmou o executivo.

Contudo, em que pese a nova união entre McLaren e Mercedes, Zak Brown deixa claro que a equipe de Woking não será uma filial da escuderia heptacampeã do mundo.

“É uma relação de clientela. A equipe está muito ansiosa para trabalhar com a Mercedes”, concluiu o chefão da McLaren.

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